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Data de lançamento
24 Fev. 1995Duração
Paul Racine é um executivo americano de uma firma de computadores que está em Tóquio em uma viagem de negócios. À noite, quando estava em um bar, Paul conhece Kirina, uma bela e misteriosa mulher. Paul paga uma bebida para ela, uma coisa leva a outra e eles terminam passando a noite juntos. Entretanto, quando Paul volta ao quarto dela para devolver as chaves do quarto do hotel que, por esquecimento, tinham ficado com ele, descobre que Kirina está sendo assassinada por Kinjo, o mestre de uma seita de sanguinários ninjas. Kinjo tinha dito a Kirina que ninguém podia ver seu rosto e continuar vivo e assim, quando Paul testemunha a execução de Kirina e vê o rosto que Kinjo escondia por trás da máscara, ele se torna um homem marcado para morrer. Logo depois Paul sofre um atentado mas consegue escapar, apesar de ficar bastante ferido. Com a ajuda de Takeda, um experiente espadachim ninja que o leva para uma ilha-fortaleza, Paul aprende como se defender dos seus novos inimigos e tenta se preparar para, se necessário, enfrentar o temível e mortal Kinjo.
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O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (3ª Temporada)
"Eu vi o rosto do demônio e ele é humano."
O uso dos tradicionais tambores taiko pela trupe Kodō é magistral. A percussão cria uma urgência tribal e um suspense palpável que eleva o filme muito além de seu roteiro
O Clímax no Trem-Bala
John Lone e Yoshio Harada entregam atuações repletas de gravidade, tratando o material B com a dignidade de um filme de Kurosawa
Tradição Vs. Modernidade. A Natureza do Medo. A Futilidade da Vingança.
Lambert apresenta uma atuação apática, frequentemente parecendo perdido em vez de aterrorizado. Falta-lhe o carisma necessário para sustentar o peso da narrativa
O segundo ato, focado na ilha de Takeda, arrasta-se demasiadamente em discursos filosóficos rasos, quebrando a excelente tensão construída em Tóquio
A Fortaleza em Racine é desenvolve não por virtude infusa, mas por necessidade (medo da morte).
Kinjo na busca perversa pela "arte do assassinato". O mal disfarçado de perfeição técnica.
Filme mediano com alguns momentos bons. Assistivel 15-7-26
Ah, nem sou desse tipo de filme, mas curti. Uma farofada com violência. Divertido (o Racine desacreditando das presepadas em que enfiam ele é muito bom).
Filme pra rir dos exageros e se divertir, se levar à sério provavelmente vai se frustrar.
Christopher Lambert costumeiramente foi muito 'achincalhado' pela crítica especializada em seus filmes e atuações, de modo que, mostrou-se competente nalgumas produções, tal qual foi o seu maior sucesso: Highlander e a Fortaleza. MARCADO PARA MORRER, para mim consegue ser um filme bom de assistir, longe de ser excelente, mas reserva boas lutas entre os ninjas. A estória é clichê e se alonga desnecessariamente. Christopher Lambert está apagado como protagonista, o que reforça o destaque aos bons espadaxins e suas lutas e coreografias.
O filme poderia ter sido melhor se alguns detalhes fossem ajustados. E poderia ter sido menor, também. Mas foi um bom passatempo.
Takeda caminhava a passos largos para ser o destaque do filme.
Christopher Lambert não fez nada durante o filme todo, foi apenas um moribundo. Sempre o americano tem que salvar tudo, né?
Apesar de Takeda ter sido um baita arr0mbado, o que, para mim, foi uma surpresa, ele usou Racine como bode expiatório para resolver as tretas familiares dele.
Racine não é aquele personagem que treinou desde a metade do filme e aprendeu as técnicas; ele é aquele jogador que faz um coletivo no sábado e, no domingo, foi pro jogo, sendo que nunca tinha entrado em campo. Ficou bem forçado, ao meu ver.
Destaque para a cena do trem, que foi a melhor parte do filme. Nem o final chegou perto de superar ela.
Assistido em 06/05/2025.