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Data de lançamento
8 Set. 2012Duração
Taylor (Jake Gyllenhaal) e Zavala (Michael Peña) são dois jovens policiais de Los Angeles, que arriscam suas vidas todos os dias patrulhando os bairros mais perigosos da cidade. Após uma operação rotineira, os oficiais confiscam uma pequena quantia em dinheiro que pertencia a um traficante local. A apreensão faz com que os tiras se tornem alvo de um cartel, mas isso não significa que irão colocar o pé no freio. Os policiais também vivem momentos importantes em suas vidas pessoais. Taylor começa um relacionamento com a bela Janet (Anna Kendrick), enquanto que o parceiro está prestes a ter seu primeiro filho.
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É impressionante como David Ayer consegue transformar ocorrências simples do dia a dia em momentos de pura tensão. Tranquilamente se consolida como um dos melhores filmes do gênero justamente por não romantizar a profissão.
A escolha estética do found footage — misturando câmeras de farda, gravações caseiras e uma perspectiva trêmula — dá um tom documental urgente. A gente não assiste ao filme; a gente vivencia a patrulha. Mas o coração da obra está na química sensacional entre Gyllenhaal e Peña. O carinho que desenvolvemos pela dupla através de seus diálogos casuais e descontraídos é o que torna o terço final do longa tão devastador.
E o desfecho... que puta soco no estômago. Um final cru e implacável, sem proteções hollywoodianas, lembrando que a vida real não tem escudo de protagonista, e a violência não avisa quando vai ser definitiva. É o crime retratado de forma covarde, rápida e caótica, sem espaço para heroísmos coreografados. Uma obra visceral, dinâmica e profundamente realista sobre a fragilidade da vida na linha de frente. Grande filmaço.
End of Watch 2012, no Brasil Marcados para Morrer.
Sinceramente, não sei nem por onde começar a falar sobre esse final.
Taylor (Jake Gyllenhaal) e Zavala (Michael Peña) são parceiros e amigos de verdade. Os diálogos entre eles são naturais e ótimos, e o desenvolvimento dessa amizade, junto com a vida familiar de ambos, dá um peso emocional forte para a história. Acompanhar o dia a dia deles, tanto na vida pessoal quanto na profissional, é interessante — até as ocorrências mais simples criam tensão e expectativa.
O formato com as câmeras (found footage) também ficou bem interessante e deu um realismo cru que combinou com o tom do filme. Porém, confesso que
o desfecho, por mais real, cru e verdadeiro que seja, foi extremamente anticlimático. Eu torci até o último minuto para o roteiro dar alguma escapatória, mas não. Entendo a mensagem que o filme quis passar, mas pqp, foi triste pra caralho. Nenhum dos dois merecia aquilo.
Durante quase todo o filme eu estava pensando em dar no mínimo 4/5, mas esse final me deixou bem descontente. Aliás, o título em português “Marcados para Morrer”, mesmo sendo um spoiler, me fez achar que o filme iria mais no caminho de perseguição e confronto direto, e não exatamente no que acontece no final.
No geral, é um excelente filme de polícia de rua até o terceiro ato,
mas o encerramento pesa bastante e deixa um gosto amargo.
Assistido em 22/06/2026
Filme bem interessante do David Ayer. Aquele final é muito bom e nos faz pensativo!
Eu acho que é um bom filme, mas desnecessariamente meio gore. A trama é meio vaga, são vários mini casos extremamente sérios que não levam a nada além de um ótimo jogo de tensão com o telespectador, esse e a construção dos personagens são os unicos pontos positivos.
7/10