Mary Shelley é um filme que tenta muito, mas entrega pouco. Apesar de abordar a história fascinante de uma mulher visionária, ele tropeça ao gastar tempo excessivo no romance entre Mary e Percy Shelley, deixando em segundo plano o processo criativo de Frankenstein. A narrativa parece confusa, tentando abarcar demasiados eventos em pouco tempo, o que resulta em uma abordagem superficial e desconexa. Embora Elle Fanning se destaque como Mary, a produção falha em capturar a profundidade do impacto social e intelectual da autora e de sua obra. Com boas atuações e direção competente, o filme entretém em alguns momentos, mas não faz jus ao legado de Mary Shelley, ficando aquém de seu potencial.
Como quase toda cinebiografia, não amei, mas gostei de aprender mais sobre a pessoa retratada.
A história é triste e interessante, e traz algumas reflexões, mas poderia ter sido bem melhor executada. O romance é chatíssimo. Mr. Shelley e Lord Byron são insuportáveis e estão presentes na maior parte das cenas, infelizmente.
Achei que parte do filme seria dedicada ao período em a Mary efetivamente escreveu o livro, como se deu o processo em si. Senti falta disso.
Mary Shelley é um filme que tenta muito, mas entrega pouco. Apesar de abordar a história fascinante de uma mulher visionária, ele tropeça ao gastar tempo excessivo no romance entre Mary e Percy Shelley, deixando em segundo plano o processo criativo de Frankenstein. A narrativa parece confusa, tentando abarcar demasiados eventos em pouco tempo, o que resulta em uma abordagem superficial e desconexa. Embora Elle Fanning se destaque como Mary, a produção falha em capturar a profundidade do impacto social e intelectual da autora e de sua obra. Com boas atuações e direção competente, o filme entretém em alguns momentos, mas não faz jus ao legado de Mary Shelley, ficando aquém de seu potencial.
"Sempre existe outra escolha. E quando fazemos nossas escolhas, existem consequências inevitáveis."
30/01/2024
Como quase toda cinebiografia, não amei, mas gostei de aprender mais sobre a pessoa retratada.
A história é triste e interessante, e traz algumas reflexões, mas poderia ter sido bem melhor executada. O romance é chatíssimo. Mr. Shelley e Lord Byron são insuportáveis e estão presentes na maior parte das cenas, infelizmente.
Achei que parte do filme seria dedicada ao período em a Mary efetivamente escreveu o livro, como se deu o processo em si. Senti falta disso.
Os primeiros 50 minutos são muito bons, depois o filme entra numa parte desinteressante e arrastada até o final que melhora a trama.
Bom drama, um pouco arrastado mas com um bom final.