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170Número de Fãs

Nascimento: 14 de Fevereiro de 1916 (80 years)

Falecimento: 4 de Outubro de 1996

Hokkaido - Japão

Masaki Kobayashi foi um diretor japonês.
No Dicionário de Cinema, Jean Tulard conta que Kobayashi estudou filosofia e ingressou no cinema pela mão de Keisuke Kinoshita, mas rompeu com seu primeiro mestre e seus filmes adquiriram uma feição trágica.
Entre suas obras estão “Kwaidan”, que chegou ao Brasil como “As Quatro Faces do Medo”, uma coleção de quatro histórias de fantasmas com finais surpreendentes, retiradas do livro “Kwaidan: Histórias e Estudos de Coisas Estranhas”, escrito por Lafcádio Hearn - também conhecido como Koizumi Yakumo.
Kobayashi também dirigiu “Ningen no Jokên” (“The Human Condition” nos EUA, “Guerra e Humanidade” no Brasil) um épico dividido em três filmes (“Não Há Maior Amor”, “Estrada para a Eternidade” e “Uma Prece de Soldado”) que soma cerca de dez horas e conta a trajetória do pacifista e socialista Kaji, interpretado por Tatsuya Nakadai, durante a 2ª Guerra Mundial.
O diretor mesmo dizia-se um pacifista e fora convocado pelo o Exército Imperial Japonês durante a Segunda Guerra Mundial, mas recusou-se a lutar e a ser promovido para um posto superior.
Com “Harakiri”, Kobayashi ganhou o prêmio especial do júri no Festival de Cannes em 1963, solidificando seu lugar na história do cinema. Em 1969, foi membro do júri no Festival Internacional de Cinema de Berlim.
Outra grande obra do diretor foi “Rebelião” (“Samurai Rebellion” nos EUA), que traz novamente Tatsuya Nakadai, desta vez num embate histórico com Toshiro Mifune. O crítico brasileiro Luiz Carlos Merten considera “Rebelião”, o maior filme feito em qualquer época no Japão, e afirma que Kobayashi foi um realista tão crítico que sua obra é toda uma desmistificação de gêneros e histórias da crônica japonesa.