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Duração
Cameron (Anthony Quinn) e sua esposa Meg (Debra Paget) lutam para conseguir construir o seu pequeno rancho no deserto da Cidade do México. Perto dali, o malfeitor Nardo Denning ( Ray Milland) chega à cidade procurando por sua antiga namorada e o marido da moça, ancioso para roubar a sua pequena fortuna. Após serem roubados e ameaçados por uma arma à queima-roupa, o casal guia Nardo em segurança até o México, mas o que Bem não sabe é que Meg tem um passado com seu raptor, e que ele talvez queira muito mais do casal do que dinheiro...
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A primeira metade do filme é muito boa e estimulante. Mas, infelizmente a segunda metade com vista que os personagens vão a fronteira do México. A fita perde muito o ritmo e vai ficando enfadonho. Apesar do trio de atores segurarem bem seus papeis, o ritmo moroso atrapalhou muito o andamento.
Para meus amigos atualmente obcecados pelo Allan Dwan, este foi considerado um de seus picos directivos. De fato, em sua primeira meia-hora, pude concordar: atores firmes, fotografia impressionante em seu uso expressivo das cores e contrastes espaciais, e um roteiro promissor em suas entrelinhas inexplicadas das personalidades de amantes criminosos. Mas, quando o filme avança na situação mui demorada da travessia de fronteira, achei que ele incorre numa "piada só" que não justifica muito bem os vais-e-véns afetivos, as reviravoltas um tanto previsíveis, o choque estudado do dinheiro esvoaçante e, principalmente, um tom de misoginia que parece mui recorrente na vasta filmografia dwaniana. Possui momentos maravilhosos, mas incomodou-me bastante em seu conjunto. Infelizmente, não funcionou comigo! :( - WPC>
Um quase western moderno com suspense, boas doses de ação e reviravoltas no enredo em belas paisagens na fronteira dos U.S.A. com o México. Um dos últimos trabalhos do veteraníssimo Allan Dwan que merece ser apreciado.
Regular. Uma estória que dá um bom filme, mas que não foi bem aproveitada. O que salva o filme é a atuação do trio protagonista, principalmente Anthony Quinn. Boa trilha, boa fotografia; final um pouco forçado (talvez devido ao fato de o filme já estar longo) e sem conclusão.
Gravado em Cinemascope.
Logo de cara, a gente já se depara com a Debra Paget usando um shortinho jeans (o que me fez achar logo, que sua personagem seria do tipo à frente de seu tempo), outra coisa que há de se destacar na personagem da Debra, é seu penteado. Super curto, totalmente diferente dos usados pelas mulheres na grande maioria dos filmes da época. Fora isso, há a atuação do Anthony Quinn (eu diria que aqui, ele está em sua fase galã) e Ray Milland, que está muito bem no papel do vilão Nardo Denning, ex-amante da Meg (Debra Paget). Um triângulo amoroso, que no final, um deles, acaba tendo uma morte trágica.
Há de se destacar também a fotografia e a trilha sonora. Gostei do filme. Está disponível no you tube.