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No início do século XX, em uma Inglaterra cheia de preconceitos e condutas sociais, um estudante universitário e executivo declara-se homossexual, ao se apaixonar por um colega da faculdade. Para sobreviver socialmente, age contra sua orientação sexual e se casa com uma mulher.
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Vou passar pra cá o que anotei em meu diário.
⚠️ SPOILERS
Assistir Maurice hoje no Mubi. É um filme que retrata o início da descoberta sexual de dois amigos. “Sexual” talvez nem seja a palavra certa, mas sim uma relação mais íntima. Na época em que se passa o filme, ser gay era crime. Existia um preconceito enorme, uma hostilidade muito presente no ar.
No filme temos os dois jovens. Maurice, que era um jovem astuto, sabia o que queria e tinha garra. Uma passagem forte que mostra isso é quando ele falta uns quatro dias na faculdade (acho que era) e o Reitor, por ele não se diminuir e não pedir desculpas pelas faltas, decide expulsá-lo. Ele ainda assim não volta atrás. Esse é um claro rompimento com a sociedade, como se não aceitasse essa hostilidade, essa prisão, essas podas de identidade que eram desnecessárias e feitas apenas para tentar controlar.
Ao longo do filme, Maurice é essa pessoa que está disposta a romper com tudo para viver ao lado do seu amor. Já o Clive é o oposto. Ele o ama, mas não é capaz de abrir mão de tudo para sustentar seu desejo. Ele fica com a frente da sociedade: uma família, um trabalho promissor, carreira. Maurice vive essa dolorosa traição quando ele decide romper com a intimidade e decide casar, respeitando as necessidades de sua família e status.
É trágico o quanto de barreiras existiam para proibir essas relações. E hoje em dia não posso dizer que as coisas melhoraram. Eu diria para o Clive que ele ainda teria dificuldades em viver seu amor, mas existiriam muito mais caminhos para trilhar do que essa rua sem saída em que ele se encontrava em sua época.
A cena final desse filme é muito bonita e triste. Pelo Clive estar preso em seu falso mundo, enquanto Maurice fala a ele que encontrou outra pessoa que o ama e que ele ama também, e que abriu mão de tudo para ficar com ele. É um segundo rompimento, pois Maurice rejeita viver da forma que o Clive queria que ele vivesse.
Ele o vê pela janela. Ele lembra do Maurice alguns anos antes, sorrindo e o chamando. É muito doloroso ver essa cena. Minutos antes, ele entra na casa e vai fechando todas as janelas, como se isso impedisse o desmoronamento. E a janela que ele olha e lembra me faz voltar ao início, quando o Maurice, não suportando mais o desejo, entrou pela janela do quarto dele e o beijou.
No fim de tudo, fico feliz pelo Maurice, que acaba ficando com quem o ama e tem a mesma vontade de sustentar esse amor.
e se outrora todos os grupos do ponto de vista POPULACIONAL devem dispor do seu direito ABSOLUTO saliente se, por assim adotarem os padrões comportamentais que quiserem ? desde que em seus dominios, territorios, domicilios, ou propiedades privadas SIM, pois afinal de contas ninguem se importa ou deve se INTROMETER para com INTIMIDADES praticadas onde costumes e valores morais publicos não o são afrontados, desrespeitados, muito menos ilegimitizados, agora quando direito particular TERMINA onde começa o PUBLICO?, neste caso o mundo pertence a todos que pagam impostos, obediencia a padrões de conduta terão de ser seguidos, de forma que diferente do proferido por politicamente corretos refens de pensament de que TUDO É PERMITIDO em quaisquer tempo lugar ou condiçoes, os codigos de conduta NÃO FAZEM DISTINÇÃO sobre quem deve obedece lo, muito menos a inglaterra junto a epoca referente a este SEMI LIXO CHATO da setima arte ha exatos 37 anos, ou seja que na manutençao dos costumes previstos em LEI foram tratados como toda a lei o e,´assim como previa a seus cidadãos locais no periodo em questão, ou seja impostas , nao por questoes particulares de a ou b, mas sim porque todos SEM EXCESSÕES de genero, preferencias, etc, POSSUEM apenas duas escolhas em se tratando de REGRAS PUBLICAS OBRIGATORIAS, obedecer o determinado POR BEM OU POR MAL , contanto que OBEDEÇAM, ponto, resumindo a quem interessar ou nao possa, aos incomodados pelas leis não terem nenhuma preocupação em agradar X que o fique claro mas sim a uma TOTALIDADE de YS e todas as demais letras em prol de se chegar a um consenso UNISSONO comum repito entre TODOS, MELHOR começarem a conviver com a DIVERGENCIA , ate porque bem ? NADA PODERÃO FAZER, nem HOJE, nem AMANHA, TÃO POUCO NUNCA, e fim de papo. " Mauriscamente " UMA ESTRELA
Gostei. Achei sensível e com subtexto final muito bom.
lindo, lindo, lindo e extremamente fiel ao livro
30.03.1997