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Data de lançamento
10 Dez. 2025Duração
No fim de um verão, Clémence decide abrir seu coração ao ex-marido e revela que está vivendo novos amores, agora com mulheres. Em resposta, ele a castiga cruelmente, tomando a guarda de seu filho. Diante dessa ruptura, Clémence precisa encontrar forças para se reinventar, lutando não apenas pelo papel de mãe, mas também pelo direito de ser quem é: uma mulher livre, em busca de amor e de si mesma.
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Que história pesada, nada fácil de assistir. E que atriz é Vicky Krieps!!! Um trabalho memorável!!
É um filme longo, com varias nuances, talvez exija certa paciência de alguns telespectadores, eu fui absorvendo aos poucos pois o tema me interessa, e adoro a Vicky Krieps, que tem feito muita coisa e tem se destacado por vestir bem as personagens, aqui estava sensacional, o desfecho foi importante pra mim , a coisa de "desligar" .... tive a vivencia com meu filho.
Como profissional de vara de família, foi doloroso assistir esse filme
Adoro a Krieps mas esse roteiro não vale um peido.
Novo drama pessoal da jovem cineasta francesa Anna Cazenave Cambet, que costuma abordar temáticas LGBTQIAPN+ em seus curtas e longas-metragens. O roteiro, assinado por ela, é inspirado no livro autobiográfico de Constance Debré, advogada e romancista, também francesa. A história acompanha parte da trajetória da verdadeira Constance, após a separação do marido e o novo relacionamento com uma mulher mais jovem, tendo o filho do casal no centro de uma disputa. No filme, a personagem principal é Clémence (Vicky Krieps), que após o divórcio enfrenta uma batalha judicial pela guarda do filho. O ex-marido, profundamente magoado pela decisão de Clémence em se divorciar, provoca o afastamento do menino, alegando que a mãe tem problemas psicológicos (mas fica subentendido o preconceito eu ele alimenta, já que ela está com uma mulher hoje). O filho não quer saber mais de Clémence, mas a mulher faz de tudo para retomar os laços com ele. Exibida no Festival de Cannes, a dramática fita traz uma atuação fora do comum de Vicky Krieps, atriz luxemburguesa que sempre se destaca nos filmes que participa. Ela tem um desempenho excepcional, profundamente equilibrado entre a sensatez de uma mulher em um novo relacionamento e a mãe disposta a tudo para ver o filho. Um papel representativo sobre mulheres independentes marcadas pelo abandono da família e alvo de preconceitos. Trabalha bem o delicado tema sobre maternidade e os desafios impostos pelo patriarcado mais rude. O filme teve exibição em Cannes, onde concorreu ao Queer Palm e ao ‘Um certo olhar’, e no Brasil foi exibido nos festivais do Rio e Mix Brasil. Está nos cinemas pela Imovision. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspotcom