Depois de dedicar sua vida a publicar filosofia, história e psicanálise, o editor Mario Zavadikner, descontente com a realidade social e intelectual, decide se matar no escritório da sua editora. Uma presença inesperada interrompe sua tentativa: Silvia Beltran, jovem e atraente escritora que ameaça cometer suicídio se Zavadikner recusar a publicar seu romance.
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Depois de ter encantando-me com suas inspiradas obras iniciais, Alejandro Agresti decepcionou-me bastante com o romance água com açúcar (no pior sentido do termo) que é A CASA DO LAGO. Não sabia que ele ainda estava em atividade e dei um grito quando vi este filme ser anunciado no canal I-Sat. Porém, meia-hora após o início, já estava sumamente enfadado: o roteiro excessivamente teatral é artificial em sua prepotência de análise literária. O filme é muto calculado em suas declarações teoréticas e avaliativas e pobre na construção dos personagens (a interpretação de Alejandro Awada incomodou-me pelo distanciamento emotivo), apesar de melhorar bastante em seu laudo final, um tanto inconcluso pelo modo abrupto com que é apresentado. Os vai-e-véns narrativos não funcionam adequadamente e o ritmo não se sustenta: é um filme muito, muito chato! Mas é bom saber que Alejandro Agresti esforçou-se. Ele merece ressurgir e encantar-nos novamente, como fez tão bem outrora! PS: a justificativa para o título do filme é brilhante! (WPC>)