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Data de lançamento
21 Ago. 2004Duração
Durante as férias de verão a estabanada, insolente e espirituosa Mona (Nathalie Press) conhece Tamsin (Emily Blunt), uma garota rica, mimada e encantadora. Rapidamente, as adolescentes desenvolvem uma amizade tão forte quanto inesperada, que logo evolui para uma relação mais íntima. E é nos verdes campos de Yorkshire, interior da Inglaterra, que elas trocam juras de amor eterno. No entanto a amizade pouco convencional das duas começa a incomodar algumas pessoas, principalmente o irmão mais velho de Mona, Phil (Paddy Considine), um ex-dono de pub que mudou de vida depois de se converter ao cristianismo.
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Me surpreendeu... Principalmente aquele final. Gostei muito!
O primeiro grande trabalho de Pawel Pawlikowski.Filme que vem com um ritmo lento,meio com timidez,mas com muito a mostrar.Tipo de romance que anos mais tarde o diretor iria realizar com perfeição na carreira.
Também é um filme que marca a estreia de Emily Blunt em um protagonismo.
>Assistido em 09 de Agosto de 2021
Cheguei nesse filme só por causa da Emily Blunt (estava numa fase de fascinação por ela) mas me decepcionei.
A história é bem fraquinha, assim como a interação entre a Nathalie Press e a Blunt.
Por mim, não passa de um filme fraquinho/mediano.
Tem coisa melhor por aí.
O roteiro não é exatamente original. Isto acaba sendo irrelevante, pois o resultado é um ótimo filme que conta com um eficiente trabalho de direção, um elenco bem escalado e uma trilha sonora inspirada que vai de Edith Piaf a Caetano Veloso e Gilberto Gil.
Eu tenho problemas com o cinema de Pawel Pawlikowski. Acho suas relações construídas demasiado frias, e seus atores, por mais que se esforcem, não conseguem envolver o espectador ou fazê-lo se importar com seus pequenos dramas. É o cinema 'insular' de Pawlikowski, em que os personagens são verdadeiras ilhas que mal conseguem se conectar. "Meu Amor de Verão" sofre um pouco disso, em que todo o romance das protagonistas soa meio artificial, em que pese as pretensões poéticas e contemplativas do seu diretor (e até meio cafonas, eu diria, considerando o primeiro encontro no cavalo branco!). O filme poderia sobreviver como crítica ao extremismo religioso que condena qualquer forma de amor que não esteja previamente permitida numa 'cartilha', mas mesmo isso acaba sendo construído de forma bem superficial. Vale, portanto, apenas para ver Emily Blunt novinha.