1913. A Guerra com a Alemanha é iminente. Rudyard Kipling, o maior defensor do Império Britânico, está no ápice de sua fama literária. A primeira Guerra Mundial começa, e o filho de Kipling, Jack, está determinado a lutar, mas o exército e a marinha o rejeitam pois ele tem uma visão muito debilitada. Destemido, Kipling usa a sua influência para Jack conseguir se juntar às tropas Irlandesas, causando um confronto familiar. Jack vai à Guerra e é dado como desaparecido, ferido, na primeira ação dele. A família Kipling vive em uma utópica esperança, em busca do filho.
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Baseado em uma história real, “Meu Filho Jack” (nome de um poema escrito por Rudyard Kipling em homenagem ao filho) é um telefilme surpreendente. Brian Kirk, um experiente diretor de televisão, demonstra muita segurança, especialmente no comando das cenas de guerra. O elenco (até mesmo aqueles atores com papéis totalmente secundários) nos oferece excelentes e sólidas atuações. Tudo isto vai culminar no ato final do longa, que é, provavelmente, um dos momentos mais fortes e emocionantes que eu já assisti.
Aos futuros espectadores, atentem a um fato que me escapou: este não é exatamente um filme de guerra, e o próprio Filmow o classifica unicamente como Drama. Para quem espera cena de batalha, é bastante frustrante. Dito isto, como drama o filme também falha. A história caminha um pouco sem foco. Todo o drama é muito corrido, tornando a trama superficial. Em suma, como filme de guerra seria fraco, e como drama é medíocre. Descartável.
Opa, opa, opa... Erro na sinopse, é 1ª Guerra mundial e não 2ª!!!
é bom, mas o filme chega a ser um pouco superficial por não se aprofundar tanto na vida da família.. eu digo, nem cheguei a pegar carinho pelo personagem, para me emocionar vendo ele morrer, mas até que o final é um pouco agonizante e emocionante..
Muito bom! Atuações ótimas da parte da família do Jack, Daniel com uma atuação amena. A voz dele não teve um impacto grande para ser usada em um comandante de exército, acho eu.
Trilha sonora linda, a última despedida me emocionou muito.
Não entendi muito bem o relato da Majestade sobre ter encontrado o filho morto...