Data de lançamento
15 Junho 2009Paulino Córdoba, Gabino Roura, Rodolfo Huerta e Matías Quiroga, foram amigos desde a infância, mas quando adultos, as suas prioridades mudaram, e um pecado ameaça destruir essa grande amizade.
Paulino é o proprietário da Fazenda "El Milagro" e é marido de Rosário com tem dois filhos: César e Lucrecia. Rosário prefere seu filho César e rejeita abertamente a sua filha Lucrecia.
Lucrecia e Manuel se consideram irmãos de leite, porque a Delfina os amamentara. Lucrecia é o melhor amiga do Julian Huerta. Ambos partilham os mesmos gostos e uma simpatia que, ao longo dos anos, torna-se um grande amor.
Gabino é um homem astuto e ambicioso que mata sua mulher Inés, para se apoderar da sua fortuna. Gabino manipula seus amigos e seu filhos, Carmelo e Teresa. É o dono das maiores terras de cultivo, e paga a Paulino, para fazer a distribuição e comercialização das maçãs.
Rodolfo é o professor do povoado de São Pedro, é um homem íntegro e trabalhador. Está casado com Justina, uma mulher sensual e que está sempre insatisfeita com o pouco que seu marido lhe dá. São os pais de Julián e Josué.
Justina, a mulher de Rodolfo, é quem inicia graves conflitos que ameaçam a relação de amizade entre Rodolfo, Paulino e Gabino. Matías Quiroga, sacerdote do povoado, vê com angústia como seus amigos agora são inimigos.
A inimizade entre esses homens e suas famílias torna-se o principal obstáculo para o amor de Lucrecia e Julián. Infelizmente, para ambos, o acaso os envolve em um acidente que custou a vida de César. Eles são inocentes, mas Rosario, mãe de Lucrecia, pensa que são os responsáveis.
A depressão se apodera de Rosário, que passa a não suportar a prenseça de sua filha. O ressentimento de Rosário obriga Paulino a expulssar sua filha da fazenda El Milagro e a levá-la para longe da família de Rodolfo Huerta. Com o passar dos anos, Lucrecia e Julián se reencontram e seu amor renasce, mas seus pais se opõem. Eles estão dispostos a lutar por seu amor e contam com o apoio de Delfina, Modesto, seu esposo, e a solidariedade de Manuel, que apesar de amar Lucrecia, os ajuda a serem felizes.
Modesto, capataz da fazenda, é um homem do campo, que tem uma roça de milho e que junto com Delfina e Manuel, formam uma família íntegra e amorosa. Lucrecia não volta sozinha, vem acompanhada de sua prima Renata. Uma garota muito invejosa, disposta a se apoderar de tudo que é de Lucrecia. Paulino sofre uma crise econômica e Galbino exige casar com sua filha Lucrecia. Mas Carmelo se impõe e mata seu pai. Julián é acusado injustamente por este crime e com isso Lucrecia se vê obrigada a casar-se com Carmelo para evitar a ruina de seu pai e que Julián fosse acusado injustamente. Julián vai embora do povoado, convencido de que Lucrecia o traiu. Lucrecia vive triste como esposa de Carmelo, depois de ter perdido a fazenda El Milagro.
O povo fala da chegada de um estranho que comprou a fazenda. Lucrecia descobre que este estranho é Julián Huerta. Carmelo fica sabendo que Julián voltou e se inicia a guerra entre os dois pelo amor de Lucrecia.
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Melhor novela da Maite Perroni. Luxo!
Me emocionei muito com essa novela, a Maite está ótima, casal perfeito com o Juliano. Amei <3
Meu Pecado teve um começo e um meio muito ruins, na minha opinião. A reta final foi previsível, mas aceitável, exceto a revelação do motivo da mãe de Lucrécia ser tão chata com ela. É uma novela de base forte, mas que peca no resto. A dublagem bancada pelo SBT também não ajudou, visto que tem um áudio abafado.
Não posso reclamar da novela, pois tudo foi na medida certa. Teve espaço para todos brilharem com atuações espetaculares. No geral sempre acho que um ou outro personagem é dispensável nas tramas que vejo, mas em Mi Pecado eu não tive o mesmo problema.
Devo dizer que a produção caprichou no figurino de todos, só que o da Mai foi estupendo! Você acaba querendo ‘comprar’ o visual da Lucrécia para vida real rsrsrs....
O casal deu muito certo! Achei que a química entre Eugenio e Mai não ficou devendo em nada. A história também ajudou muito. Uma das cenas que mais gostei foi
O encontro dos dois já adultos na cachoeira... Muito lindo! http://youtu.be/29D7CBUOxto
Meu mais sincero respeito à senhora Castro que ‘sambou’ na atuação rsrsrs... Como uma mãe poderia despreza tanto a própria filha? Até que...
Fiquei de queixo caído quando descobri que Lucrecia era filha/irmã da Rosário. Eu até desconfiava/sabia que não era filha do Paulino e até mesmo que alguém tinha violentado a Rosário, assim como o Carmelo fez com a Lu, mas daí pensar que foi o pai das duas... pai/avô! Foi um choque! A cena da revelação foi tensa, emocionante, conflitante e as duas deram um show de atuação.
Sergio Goyri de vilão nunca decepciona!
Confesso que fiquei um pouco triste pela morte do personagem. Ainda bem que rolou algumas ‘aparições’ e o Sergio não foi embora por completo.
Armando Araiza foi 'minha surpresa' na novela.
No começo achei meio paradinho e tal, depois que matou o pai a coisa mudou de figura drasticamente. De aprendiz de vilão, ele virou o vilão! Já sabia que Carmelo era coisa ruim, só não sabia que ia ser o personagem mais odioso da trama. Eu torcia para Lucrecia, Julián ou qualquer um revidar com tapas e socos tudo que o Carmelo fazia rsrsrs...
Sabine foi muito valente! Mesmo doente (na época) trabalhou até o fim da novela.
Justina foi tremenda!! Safada era apelido carinhoso para ela rsrsrs.... Confesso que até cheguei a desconfiar que tivesse pegado o padre também kkkkkkkk... Tinha tudo e não soube valoriza, por isso adorei o final que teve: Sozinha e desprezada.
Muitas cenas foram marcantes e fica difícil escolher uma... Destaco duas cenas muito fortes do Roberto Blandón que foram magníficas: Paulino e César: http://youtu.be/K-oobBKQNDo Paulino no escritório: http://youtu.be/_UlqHSclods
Apesar de apreciar muito o trabalho de Maitê Perroni, achei a trama extremamente clichê, apelativa e fraca. Pelo menos para mim não pegou, não convenceu e não me conquistou. Lamento muito por não ter tido o prazer de acompanhar mais uma novela com a Maitê e agora eu acho que o SBT precisa descansar a imagem da atriz que está deveras desgastada.
Em Mi Pecado ela nunca esteve tão bonita e exuberante, porém o enredo não instigou. Por mais que o argumento originário fosse batido, havia formas de conduzir a história para que não caísse no senso comum e não foi isso que ocorreu (Verificamos tal fato em Cuidado com o Anjo, que também teve seus problemas como a grandiloquência e a pieguice, mas trouxe abordagens diferentes para um roteiro batido). Tive a sensação de "dejá vu" toda vez que tentava acompanhá-la. O esforço foi tão grande que acabou me cansando.
O figurino, a direção, o texto moralista e "politicamente correto", e até a fotografia que prometia ser "a cereja do bolo" ficaram a desejar. Que venha Sortilégio!