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My Little Loves - Reino Unido
Sinopse
Jovem começa a perceber os contrastes das primeiras sensações de paixão com a inocência da infância. Filme de Jean Eustache, mesmo diretor de A Mãe e a Puta.
Certamente não é nenhuma novidade o retrato da transição da puberdade para a adolescência vide o exemplo maior que é o trabalho de Truffaut em Os Incompreendidos, , infinitamente superior à este obviamente. Penso que o Eustache fez um trabalho decente, não muito memorável é verdade e engraçado como de certa forma me identifico um tanto com o personagem ao mesmo passo que este comportamento machista da molecada já gere um certo desconforto em mim , aquele mesmo que assim foi um dia.
Exposição sem frescura da adolescência: brincadeiras pueris, filmes, cigarros e, principalmente, relacionamentos sexuais. Tão pessoal, experiência tão sensorial que se aproxima a ficar sentado à tarde em um café acompanhando de perto o mundo passar.
Relato da transição da infância ao fim da inocência. Apesar de eu ser totalmente contrário aos costumes, principalmente nesse caso específico, o filme se torna bastante agradável de assistir, visto que mostra gradativamente a perda dessa inocência em alguns, enquanto outros ainda não estão preparados. O modo como isso acontece é reflexo cultural. Podemos notar que os mais novos que chegam na idade, as vezes se sentem desconfortáveis em praticar tais ações, mas acabam fazendo por ser regra de conduta. Uma criança se torna tudo que ela absorve em seu meio. Belo filme, poético, sutil, e que trata de um tema que nunca sairá de discussão.
Certamente não é nenhuma novidade o retrato da transição da puberdade para a adolescência vide o exemplo maior que é o trabalho de Truffaut em Os Incompreendidos, , infinitamente superior à este obviamente. Penso que o Eustache fez um trabalho decente, não muito memorável é verdade e engraçado como de certa forma me identifico um tanto com o personagem ao mesmo passo que este comportamento machista da molecada já gere um certo desconforto em mim , aquele mesmo que assim foi um dia.
Puberdade e a descoberta da sexualidade e suas situações.
Exposição sem frescura da adolescência: brincadeiras pueris, filmes, cigarros e, principalmente, relacionamentos sexuais. Tão pessoal, experiência tão sensorial que se aproxima a ficar sentado à tarde em um café acompanhando de perto o mundo passar.
Relato da transição da infância ao fim da inocência. Apesar de eu ser totalmente contrário aos costumes, principalmente nesse caso específico, o filme se torna bastante agradável de assistir, visto que mostra gradativamente a perda dessa inocência em alguns, enquanto outros ainda não estão preparados. O modo como isso acontece é reflexo cultural. Podemos notar que os mais novos que chegam na idade, as vezes se sentem desconfortáveis em praticar tais ações, mas acabam fazendo por ser regra de conduta. Uma criança se torna tudo que ela absorve em seu meio.
Belo filme, poético, sutil, e que trata de um tema que nunca sairá de discussão.
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