A distância entre as comédias antigas para as modernas... Ali era simples, mas muito bem contado. Não curti muito o final final, achei meio corrido. Mas o filme é um excelente passatempo, inteligente, leve e divertido.
As screwball comedies clássicas (dos anos 30 e 40) certamente formam um dos gêneros (subgêneros, na verdade) mais deliciosos do cinema. Dificilmente alguém as assiste e não termina se sentindo muito mais leve e melhor. "Meia-Noite" é um belo exemplar que não foge à regra.
O amor aqui funciona como um jogo em que se deve apostar tudo o que puder. Os personagens investem sua energia das formas mais engraçadas e surpreendentes e agem ocultando o máximo de segredos possível para ter a melhor carta nas mãos. Essas figuras divertidas (cinco delas, pelo menos) usam o que têm a seu favor e descobrem o que podem para conquistar quem querem e afastar os pretendentes de quem amam. E quando eles não sabem exatamente o que querem e/ou não têm ideia do que a pessoa amada fará? Simplesmente tudo fica mais divertido. Muito boa química do casal principal.
Gosto de como questões como riqueza e pobreza entram na trama e influenciam as decisões e forma de tratamento. Trata-se de algo secundário, porém com valor.
Certamente não considero "Meia-Noite" tão engraçado quanto "Cupido é Moleque Teimoso", nem apaixonante como "Aconteceu Naquela Noite", por exemplo, mas o filme atinge um alto nível que seu subgênero tanto entregou.
A parte final é excelente e muito engraçada. Apesar da (ótima) bagunça, o coração vence. Os longas dessa época e estilo geralmente sabem entregar um grande final.
Claudette Colbert é, sem dúvida, uma das rainhas do gênero. Não tem como não se divertir muito e não ser conquistado por essa estrela.
E viva as screwball comedies! O bom cinema agradece a existência delas.
Demora uns 30 minutos para engrenar mas depois fica extremamente divertido. Fui assistir só pela Claudette Colbert, que, por sinal, está muito bem como sempre, mas acabei gostando muito, inclusive da atuação de todos. A cena do telefone me arrancou umas boas risadas. Pra variar, mais um bom acerto do mestre Wilder no roteiro.
A distância entre as comédias antigas para as modernas... Ali era simples, mas muito bem contado. Não curti muito o final final, achei meio corrido. Mas o filme é um excelente passatempo, inteligente, leve e divertido.
Mal-me-quer, bem-me-quer.
As screwball comedies clássicas (dos anos 30 e 40) certamente formam um dos gêneros (subgêneros, na verdade) mais deliciosos do cinema. Dificilmente alguém as assiste e não termina se sentindo muito mais leve e melhor. "Meia-Noite" é um belo exemplar que não foge à regra.
O amor aqui funciona como um jogo em que se deve apostar tudo o que puder. Os personagens investem sua energia das formas mais engraçadas e surpreendentes e agem ocultando o máximo de segredos possível para ter a melhor carta nas mãos.
Essas figuras divertidas (cinco delas, pelo menos) usam o que têm a seu favor e descobrem o que podem para conquistar quem querem e afastar os pretendentes de quem amam.
E quando eles não sabem exatamente o que querem e/ou não têm ideia do que a pessoa amada fará? Simplesmente tudo fica mais divertido.
Muito boa química do casal principal.
Gosto de como questões como riqueza e pobreza entram na trama e influenciam as decisões e forma de tratamento. Trata-se de algo secundário, porém com valor.
Certamente não considero "Meia-Noite" tão engraçado quanto "Cupido é Moleque Teimoso", nem apaixonante como "Aconteceu Naquela Noite", por exemplo, mas o filme atinge um alto nível que seu subgênero tanto entregou.
A parte final é excelente e muito engraçada. Apesar da (ótima) bagunça, o coração vence.
Os longas dessa época e estilo geralmente sabem entregar um grande final.
Claudette Colbert é, sem dúvida, uma das rainhas do gênero. Não tem como não se divertir muito e não ser conquistado por essa estrela.
E viva as screwball comedies! O bom cinema agradece a existência delas.
Demora uns 30 minutos para engrenar mas depois fica extremamente divertido. Fui assistir só pela Claudette Colbert, que, por sinal, está muito bem como sempre, mas acabei gostando muito, inclusive da atuação de todos. A cena do telefone me arrancou umas boas risadas. Pra variar, mais um bom acerto do mestre Wilder no roteiro.
Georges Flammarion melhor personagem e a cena no telefone é a melhor do filme.
Don Ameche tava chavão com esse bigodinho de cafajeste
Roteiro muito bem escrito, o filme flui leve e a atenção do espectador não desvia por nenhum momento. Bem bom.