Cinebiografia da campeã australiana de natação Annette Kellerman. Depois de superar a poliomielite, Kellerman alcança fama e cria um escândalo quando a peça de maiô que ela usa é considerada indecente.
Hollywood no auge da megalomania cinematográfica. Achei algumas apresentações extremamente exageradas e cafonas, principalmente a penúltima, com aquelas cortinas de fumaça, mais parecia que estavam nadando em meio a uma guerra! Torci até o último minuto para que a Annette não terminasse com aquele trambiqueiro, mas, de repente, o filme correu só para que os “mocinhos” ficassem juntos no final. Enfim, já era de se esperar se tratando de um filme da Old Hollywood. Mas é inegável o carisma e a beleza de Esther Williams.
Curiosidade: A atriz Esther Williams, famosa estrela dos musicais da Metro, contou em sua autobiografia que detalha explicitamente seu caso amoroso com Victor, durante as filmagens deste “A Rainha do Mar”. De acordo com ela, o ator fez amor com Esther, em plena madrugada, numa praia, que servia de locação para o filme em rodagem, enquanto o resto da equipe e do elenco dormiam, e que ele foi um dos homens que mais a satisfez numa relação.
Sobre o filme, o destaque mesmo fica por conta da impecável performance de Esther Williams, que entrega uma convincente atuação. O elenco de apoio não decepciona. Esse clássico foi dirigido por Mervyn LeRoy e produzido por Arthur Hornblow, Jr., com roteiro de Everett Freeman. A trilha sonora foi de Adolph Deutsch, a fotografia por George J. Folsey e as coreografias de Busby Berkeley.
No contexto geral, é uma cativante cinebiografia com avaliação 04 estrelas.
Um filme lindo e cativante com ótimas atuações do elenco. O filme conta a história cativante e emocionante da biografia da nadadora Annette Kellerman, aqui, muitíssimo bem interpretada por Esther Williams. Essa mulher rompeu barreiras e obstáculos impostos por uma sociedade com valores altamente conservadores. Uma história de vida que rompeu com padrões da época. Um filme maravilhoso que vale a pena ser visto e revisto.
Um bom filme. Victor Mature sendo ele mesmo (como sempre); Esther Williams muito bem, encaixou e viveu a personagem com muita naturalidade. Só não gostei muito do final, muito abrupto e deveria ser melhor trabalhado. Recomendo.
Hollywood no auge da megalomania cinematográfica.
Achei algumas apresentações extremamente exageradas e cafonas, principalmente a penúltima, com aquelas cortinas de fumaça, mais parecia que estavam nadando em meio a uma guerra!
Torci até o último minuto para que a Annette não terminasse com aquele trambiqueiro, mas, de repente, o filme correu só para que os “mocinhos” ficassem juntos no final. Enfim, já era de se esperar se tratando de um filme da Old Hollywood.
Mas é inegável o carisma e a beleza de Esther Williams.
Assistido em 11/05/2026.🧜🏻♀️
Único senão foi em relação ao final, que foi meio ué.
Curiosidade: A atriz Esther Williams, famosa estrela dos musicais da Metro, contou em sua autobiografia que detalha explicitamente seu caso amoroso com Victor, durante as filmagens deste “A Rainha do Mar”. De acordo com ela, o ator fez amor com Esther, em plena madrugada, numa praia, que servia de locação para o filme em rodagem, enquanto o resto da equipe e do elenco dormiam, e que ele foi um dos homens que mais a satisfez numa relação.
Sobre o filme, o destaque mesmo fica por conta da impecável performance de Esther Williams, que entrega uma convincente atuação. O elenco de apoio não decepciona. Esse clássico foi dirigido por Mervyn LeRoy e produzido por Arthur Hornblow, Jr., com roteiro de Everett Freeman. A trilha sonora foi de Adolph Deutsch, a fotografia por George J. Folsey e as coreografias de Busby Berkeley.
No contexto geral, é uma cativante cinebiografia com avaliação 04 estrelas.
Um filme lindo e cativante com ótimas atuações do elenco. O filme conta a história cativante e emocionante da biografia da nadadora Annette Kellerman, aqui, muitíssimo bem interpretada por Esther Williams. Essa mulher rompeu barreiras e obstáculos impostos por uma sociedade com valores altamente conservadores. Uma história de vida que rompeu com padrões da época. Um filme maravilhoso que vale a pena ser visto e revisto.
Um bom filme. Victor Mature sendo ele mesmo (como sempre); Esther Williams muito bem, encaixou e viveu a personagem com muita naturalidade. Só não gostei muito do final, muito abrupto e deveria ser melhor trabalhado. Recomendo.