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Data de lançamento
20 Dez. 2017Duração
P. T. Barnum, um showman que tem uma tendência natural de enganar seu público, decide montar um circo na esperança de ficar famoso. Durante sua saga há ainda uma importante questão pendente em sua vida, uma paixão cega pela cantora Jenny Lind.
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Assistido em 08/08/2026
Fui ver esse filme sem expectativa nenhuma, não sabia absolutamente nada sobre ele. Achei legalzinho e com boas músicas. Achei muito da hora ser um filme meio de época, mas com o ritmo e as batidas de músicas mais contemporâneas. A premissa de circo dos horrores foi interessante. Não tenho muito o que falar sobre ele: para mim, cumpre o papel de distrair. Não achei nada tão incrível, mas foi muito bem-feito. Vale o seu tempo se você não tiver nada para fazer.
Ainda que com muita liberdade poética, é um ótimo filme, de bom astral e que passa uma boa mensagem para os diferentes(todos nós). Números musicais bem produzidos e o Wolverine mais uma vez soltando a vós. de negativo o CGI dos animais. Nota 8,0.
Embora o filme seja visualmente deslumbrante, é muito mais um conto de fadas motivador do que uma cinebiografia.
Na parte técnica o filme é espetacular, as músicas são boas, as coreografias das danças são impecáveis e as letras se integram devidamente na história. Além disto o carisma e energia do Hugh Jackman chamam a atenção e elevam o nível da produção. Mas pra quem não curte musicais o excesso de cantoria pode incomodar.
Mas é na parte conceitual que o filme decepciona. Poderiam ter sido mais fiéis à história do protagonista mas pra manter a "magia" preferiram retratar o P.T. Barnum como um herói dos "excluídos". Isto foge muito da realidade já que ele era conhecido por ser ganancioso e explorar as deficiências dos seus artistas por puro lucro.
As táticas de marketing se baseavam em histórias falsas que Barnum inventava para causar mais impacto no público e aumentar os lucros. Um dos casos mais famosos foi de Joice Heth, uma mulher escravizada que ele exibiu alegando ter 161 anos e ter sido babá de George Washington. Quando ela morreu, ele cobrou ingressos para que o público assistisse à sua autópsia.
Na parte romântica as coisas também foram diferentes, apesar de Barnum e Charity terem tido um casamento longo, ele sempre foi ausente e logo após a morte dela, Barnum casou-se com uma mulher 40 anos mais jovem.
Ou seja, P.T. Barnum era o mestre da enganação e parece que os produtores entraram nesta onda, criando uma grande ilusão em torno da figura histórica do empresário. Mas como o filme não tinha a intenção de ser um documentário e sim passar a mensagem de que "o que te faz diferente, te faz especial", o resultado final é excelente, principalmente pra quem não conhece os fatos reais...
Curiosidades: Jenny Lind encerrou a turnê com Barnum por discordar dos métodos de marketing dele, sem qualquer envolvimento amoroso.
O Personagem de Zac Efron, Phillip Carlyle, é 100% fictício. Ele foi criado apenas para dar ao filme um galã mais jovem e uma subtrama de romance proibido, já que Barnum não tinha um "sócio" na vida real.
P.T. Barnum ficou famoso por comprar e exibir a "Sereia de Fiji", uma carcaça de macaco costurada ao corpo de um peixe. Em 1984, seu circo também começou a exibir um "unicórnio" vivo em suas apresentações.
Esse musical é uma das obras cinematográficas mais lindas que eu já tive o deleite de assistir em toda a minha vida. Fantástico! ✨
pense num musical só com música boa kk