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Data de lançamento
22 Maio 2007Duração
Um sósia de Michael Jackson é convidado por uma sósia de Marilyn Monroe, nas ruas de Paris, para integrar uma comunidade na Escócia composta apenas por outros sósias de celebridades famosas. Relutante e solitário, Michael Jackson acaba aceitando.
Lá Michael se torna um bom amigo de James Dean, Madonna, Charles Chaplin, Elizabeth II, Abraham Lincoln, o Papa, Chapeuzinho Vermelho e... por aí vai.
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É o filme mais tocante da carreira de Korine.Apesar de várias alegorias e um tanto quanto divertido,o filme foca na solidão humana.O vai e vem dos personagens parece corrido,mas no final das contas ninguém está realmente feliz com seus resultados.Vários ícones do cinema e da música são lembrados aqui e cada um com muito a dizer.
>Assistido em 05 de Abril de 2026
Vejo que possui uma mensagem por trás, mas eu realmente não consegui captar e só achei chato mesmo, mas algumas cenas são estranhamente bonitas
Denis Lavant de Chaplin (mais pra Hitler) está ótimo.
E ainda tem a poderosa participação de Werner Herzog!
Mister Lonely é sobre insegurança, falta de perspectiva e o medo do julgamento alheio. A história se apresenta por meio de um homem que frente à percepção de que era diferente das outras pessoas, ao invés de explorar sua autenticidade, decidiu ser alguém que já existia, o Michael Jackson.
Toda a duração é bem melancólica, tudo parece estar imerso numa sombra de frustração sem fim, até mesmo nos "momentos felizes" não se sabe se é para rir ou para chorar.
A história é contada de uma forma um tanto esquisita com diversas situações absurdas e várias conveniências no roteiro, com personagens caóticos, sem tridimensionalidade e motivações bem duvidosas, que a todo instante deixam a sensação: o que que tá acontecendo aqui?
O único ponto interessante que pode ser percebido no meio do caos que é esse filme, é a questão da vida vazia dos covers, que pode ser um profissional como a história mostra, ou simplesmente nós mesmos aqui na vida real, utilizando uma máscara para emular um comportamento que não é naturalmente nosso, anulando a autenticidade em prol da aceitação ou puramente pelo medo de ser.
PORRAH fui achando que seria um filminho insano de comédia sobre personificações sócias e tal, mas o bagulho é muito mais profundo que isso... demais!