Deadline at Dawn (1946), lançado no Brasil como Morte ao Amanhecer, foi um suspense interessante e aquele mistério no estilo detetive que a gente começa a se envolver junto com os personagens. Aliás, que tiozinho taxista gente boa do caralho.
O foda é que o motivo que fez o taxista Gus (Paul Lukas) ajudar foi uma desilusão; pensei que fosse qualquer um menos ele. O pior foi a motivação, achei um pouco exagerada, mas tudo bem, passa.
Noir de qualidade, que começa meio morno e achei que seria mais ou menos, mas conforme o tempo passa a gente vai se envolvendo; o clima sombrio e misterioso e o jogo de luz e sombras feitos pelo diretor Harold Clurman vão te prendendo. O filme ser curto e se passar somente em uma noite, com várias reviravoltas e possíveis culpados, é o que faz ele ser bom. Susan Hayward, Joseph Calleia e Marvin Miller são alguns dos rostos conhecidos que compõem o filme e ajudam a transformar a obra no que ela é, além do já citado Paul Lukas, que pra mim roubou a cena mais que o protagonista.
E um bom noir cheio de reviravoltas e um asassinato q tem varios suspeitos e so revelado o assassino praticamente na ultima cena do filme. O filme parece ate o jogo de tabuleiro o detetive. Em resumo um otimo Noir.
Imprevisível! Não tem como suspeitar do verdadeiro assassino. Essa produção noir da década de 40 é muito pouco conhecido do público geral, mas digo com muita franqueza: vale a pena assisti-lo. Possui uma trama simples que se desenrola em apenas uma noite, a cada segundo nos vemos mais envolvidos na história e com grandes expectativas para descobrir quem é o assassino, e quando chega nos segundos finais somos surpreendidos com uma revelação inesperada. Ótimo filme!
Deadline at Dawn (1946), lançado no Brasil como Morte ao Amanhecer, foi um suspense interessante e aquele mistério no estilo detetive que a gente começa a se envolver junto com os personagens. Aliás, que tiozinho taxista gente boa do caralho.
O foda é que o motivo que fez o taxista Gus (Paul Lukas) ajudar foi uma desilusão; pensei que fosse qualquer um menos ele. O pior foi a motivação, achei um pouco exagerada, mas tudo bem, passa.
Noir de qualidade, que começa meio morno e achei que seria mais ou menos, mas conforme o tempo passa a gente vai se envolvendo; o clima sombrio e misterioso e o jogo de luz e sombras feitos pelo diretor Harold Clurman vão te prendendo. O filme ser curto e se passar somente em uma noite, com várias reviravoltas e possíveis culpados, é o que faz ele ser bom. Susan Hayward, Joseph Calleia e Marvin Miller são alguns dos rostos conhecidos que compõem o filme e ajudam a transformar a obra no que ela é, além do já citado Paul Lukas, que pra mim roubou a cena mais que o protagonista.
Assistido em 03/03/2026
Um verdadeiro Noir, com direito a mistério, morte, romance, tudo em uma noite que pode acabar para sempre com a liberdade e os sonhos de alguém.
E um bom noir cheio de reviravoltas e um asassinato q tem varios suspeitos e so revelado o assassino praticamente na ultima cena do filme. O filme parece ate o jogo de tabuleiro o detetive. Em resumo um otimo Noir.
Imprevisível! Não tem como suspeitar do verdadeiro assassino. Essa produção noir da década de 40 é muito pouco conhecido do público geral, mas digo com muita franqueza: vale a pena assisti-lo. Possui uma trama simples que se desenrola em apenas uma noite, a cada segundo nos vemos mais envolvidos na história e com grandes expectativas para descobrir quem é o assassino, e quando chega nos segundos finais somos surpreendidos com uma revelação inesperada. Ótimo filme!
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