Há o interesse pelo cotidiano, já que é a partir dele que é exposta essa precariedade da vida do protagonista, assim como a falta de oportunidades que ele, e que de alguma maneira se estende ao filho. O corpo aqui é presente pois representa o fim do personagem diante do mundo, já que para ele envelhecer é algo que o prejudica. Que o coloca em um lugar pior de quando era jovem.
De fato não é um filme que empolga ou com um roteiro criativo. Mas gosto desse tipo de filme que mostra personagens incomuns no cinema, mas bem presentes no mundo, onde seguem deslocados. Boa estreia do Trapero.
Sim, o retrato (im)piedoso da crise (des)empregatícia é profundo, concordo, mas, ritmicamente, o filme não me agradou de todo. Gosto do domínio afetivo do diretor acerca da situação e da simpatia por seus personagens, mas, apesar da duração enxuta, o filme se perde numa ou outra firula. Mas é recomendável, o nascimento de um grande cineasta latino-americano! (WPC>)
Gostei.
Há o interesse pelo cotidiano, já que é a partir dele que é exposta essa precariedade da vida do protagonista, assim como a falta de oportunidades que ele, e que de alguma maneira se estende ao filho. O corpo aqui é presente pois representa o fim do personagem diante do mundo, já que para ele envelhecer é algo que o prejudica. Que o coloca em um lugar pior de quando era jovem.
Bonzinho, mas não empolga em nenhum momento, faltou algo no roteiro. Nota 6,0.
De fato não é um filme que empolga ou com um roteiro criativo. Mas gosto desse tipo de filme que mostra personagens incomuns no cinema, mas bem presentes no mundo, onde seguem deslocados. Boa estreia do Trapero.
Sim, o retrato (im)piedoso da crise (des)empregatícia é profundo, concordo, mas, ritmicamente, o filme não me agradou de todo. Gosto do domínio afetivo do diretor acerca da situação e da simpatia por seus personagens, mas, apesar da duração enxuta, o filme se perde numa ou outra firula. Mas é recomendável, o nascimento de um grande cineasta latino-americano! (WPC>)