O trabalho de uma psiquiatra progressiva do sexo feminino e de seu colega em um hospital mental é ameaçado com a chegada de um novo supervisor conservador, que desaprova seus métodos, e principalmente e o fato de uma mulher estar trabalhando em um campo masculino.
Um ótimo melodrama, que, infelizmente, não se aprofunda na proposta sobre psiquiatria e esquizofrenia e acaba apostando no romance melodramático. Talvez, se fosse feito no Pre-Code, pudesse ser mais profundo – ou não. Mesmo sendo superficial, é um filme de que gostei bastante e que entrega entretenimento.
Drama indicado ao Oscar de melhor atriz, Claudette Colbert (1903-1996). O filme foi baseado em uma história da romancista britânica Phyllis Bottome (1884-1963), que teve vários de seus trabalhos transferidos para o cinema, como Tempestades d'alma (40). O diretor de fotografia Leon Shamroy usou lentes de zoom precoce para criar efeitos especiais para o filme.
Apresenta a 1° vez na tela da esquizofrenia no personagem de Jean Rouverol (1916-2017). Neste filme, Charles Boyer (1899-1978) retrata um estimado psiquiatra francês que vem aos Estados Unidos para chefiar um hospital psiquiátrico exclusivo no país. 20 anos depois, ele desempenharia um papel que parece ser a continuação deste em Paixões sem freios (55). Lá, ele retrata um estimado psiquiatra francês que veio aos Estados Unidos para chefiar um hospital psiquiátrico exclusivo no país cerca de 20 anos antes, mas está perdendo o controle.
Funcionários, seus parentes e reclusos, em um hospital psiquiátrico com desconfortável absorção, lutam com seus demônios nesta tragédia de Gregory La Cava (1892-1952). Surpreendentemente filme progressivo,
com uma médica, várias cenas de duas mulheres conversando entre si e não simplesmente sobre homens ou suas vidas amorosas; além de uma cena perturbadora de uma mulher perdendo a cabeça que realmente fica na memória de quem viu e não esqueceu.