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Data de lançamento
9 Out. 1992Duração
Início do século XX, Missoula, Montana. A família MacLean é comandada pelo reverendo MacLean (Tom Skerritt) e sua amada esposa (Brenda Blethyn). Apesar de ser rígido na educação de seus filhos, Norman (Craig Sheffer) e Paul (Brad Pitt), também os encoraja. Entre o reverendo e os filhos sempre houve o hábito de pescar, na verdade não havia uma clara linha que dividisse religião de pescaria. Norman e Paul não foram para a 1ª Guerra Mundial e, logo após o fim do conflito, Norman deixou Missoula e foi para a faculdade, onde descobriu que gostava de lecionar. Já Paul ficou trabalhando como repórter na sua cidade, pois gostava de se divertir, beber e jogar e nunca sentiu interesse em se envolver com o estudo acadêmico. Ao voltar para Missoula, Norman espera uma resposta para um emprego de professor e neste meio tempo se apaixona por Jessie Burns (Emily Lloyd). As diferenças entre ele e Paul ficam mais evidentes e, apesar de gostar da boêmia, Paul se mostra um bom pescador.
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Um filme super simples, mas muito bonito, com uma ótima fotografia. Brad Pitt no auge da juventude e com uma presença absurda em cena. A história vai seguindo de forma tranquila, sem parecer que quer impressionar demais, até chegar naquele final que é um verdadeiro soco no estômago. Gostei bastante.
Atenção: Contém níveis perigosos de calma
A Fotografia não apenas captura a paisagem de Montana, mas a transforma em um estado de espírito, com a luz dourada sobre a água servindo como metáfora visual da graça
Redford demonstra uma maestria contida, evitando o melodrama e confiando na força das imagens, na prosa de Maclean e nas performances para transmitir emoções profundas
Transcende o drama familiar para se tornar uma meditação sobre memória, perda, arte e a busca por sentido em um mundo que não oferece respostas fáceis
Tom Skerritt entrega uma performance de imensa dignidade e dor contida. Brad Pitt, em um papel que o definiu, é a personificação do carisma trágico
Memória e Perda. Graça e Autodestruição. A Incomunicabilidade do Amor. Natureza Vs. Civilização.
Ritmo Contemplativo que pode ser visto como uma falha por aqueles que buscam uma narrativa mais dinâmica e orientada por eventos
Aprender a amar incondicionalmente, sem a necessidade de compreender ou salvar.
O Brad que ninguém lembra que existe.
A aceitação da morte e da perda como partes da verdade da existência terrena.
O filme é muito simples, mas é um ótimo drama.
O filme é como um album de familia com fotografias belíssimas, só que você não conhece ninguém daquela familia ali. Bonito, mas intolerantemente chato.
Bom filme