No One Heard The Scream - Estados Unidos da América
Sinopse
Uma mulher rica testemunha seu vizinho se livrando do corpo da esposa. O homem a rapta e a obriga a ajudá-lo. Uma relação inesperada se desenvolve entre os dois.
A cada "novo" filme do Eloy de la Iglesia que descubro, impressiono-me mais e mais com a sua genialidade: fico sempre impressionado que ele ainda seja tão subestimado e/ou ignorado por cinéfilos. A leitura da sinopse garantiu empolgação imediata: extraordinário ponto de partida (num flerte com o subgênero 'giallo', em verve espanhola), que desemboca num desfecho surpreendente e mui aplaudível, em termos de abertura homoerótica. Montagem incrível, que reaproveita temáticas hitchockianas (a escopofilia arquetípica) e possui diálogos 'kitsch' muito bem aplicados - vide a aparição inusitada dos policiais e dos acidentados. Mesmo não sendo um dos melhores do diretor, é uma demonstração brilhante de seus talentos. Adorei! (WPC>)
Mais um bom filme do Eloy de la Iglesia, com aquele clima parecido com dos outros filmes dele que assisti. A história é simples, mas consegue surpreender no final. Vale ser conhecido.
Mesmo com cortes esquisitos – algo a ver com o cinema ibérico da época? – e atuações de pegada novelística, ‘Ninguém Ouviu O Grito‘ vale a pena pela trama, que lança mão de uma ensolarada Síndrome de Estocolmo para os desembolares da mesma. Fora a trilha sonora, que vai de uma charmosíssima Bossa Nova a um Rock espanhol de meia tigela, mas muito bom de consumir.
A cada "novo" filme do Eloy de la Iglesia que descubro, impressiono-me mais e mais com a sua genialidade: fico sempre impressionado que ele ainda seja tão subestimado e/ou ignorado por cinéfilos. A leitura da sinopse garantiu empolgação imediata: extraordinário ponto de partida (num flerte com o subgênero 'giallo', em verve espanhola), que desemboca num desfecho surpreendente e mui aplaudível, em termos de abertura homoerótica. Montagem incrível, que reaproveita temáticas hitchockianas (a escopofilia arquetípica) e possui diálogos 'kitsch' muito bem aplicados - vide a aparição inusitada dos policiais e dos acidentados. Mesmo não sendo um dos melhores do diretor, é uma demonstração brilhante de seus talentos. Adorei! (WPC>)
Mais um bom filme do Eloy de la Iglesia, com aquele clima parecido com dos outros filmes dele que assisti. A história é simples, mas consegue surpreender no final. Vale ser conhecido.
Mesmo com cortes esquisitos – algo a ver com o cinema ibérico da época? – e atuações de pegada novelística, ‘Ninguém Ouviu O Grito‘ vale a pena pela trama, que lança mão de uma ensolarada Síndrome de Estocolmo para os desembolares da mesma. Fora a trilha sonora, que vai de uma charmosíssima Bossa Nova a um Rock espanhol de meia tigela, mas muito bom de consumir.