Nas Montanhas dos Gorilas

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Nas Montanhas dos Gorilas (1988)
Gorillas in the Mist: The Story of Dian Fossey
Média do filme: 3.5 de 5 — baseado em 1730 votos
MÉDIAFILMOW
3.5
1730 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Michael Apted
Data de lançamento 23 Set. 1988 Outras datas
Duração 129 min (2h09)
Classificação indicativa de Nas Montanhas dos Gorilas: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos

Dirigido por

Data de lançamento

23 Set. 1988

Duração

129 minutos Classificação indicativa de Nas Montanhas dos Gorilas: 12 - Não recomendado para menores de 12 anos
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Sinopse

A luta da antropóloga americana Dian Fossey (Sigourney Weaver), que em 1967 viajou para a África e durante vários anos em Ruanda se dedicou à preservação dos gorilas da montanha, ameaçados de extinção em razão da caça indiscriminada. Dian utilizou todos os meios possíveis para protegê-los, sendo que esta luta se tornou uma paixão obssessiva que nem mesmo Bob Campbell (Bryan Brown), um fotógrafo com quem se envolveu, consegue demovê-la do seu objetivo. Assim, para salvar sua "família" Dian, faz tudo que é possível para impedir que atrocidades contra os gorilas sejam cometidas.

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Marília Mendonça: Sentimento Louco | Trailer

Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
amigos querem ver
ricky78
Ricky
½
4 semanas atrás

Lembrei que minha irmã locou este filme nos velhos e bons tempos do VHS. Assistíamos empolgados ao filme. Hoje lembrei-me pouco de sua história cujo quis revê-lo na versão dublada. Belo filme sobre antropóloga que vai a África saber mais sobre os gorilas e protegê-los da caça ilegal. As passagens e fotografia do continente africano são muito bonitas. E Sigourney Weaver fez um feito e tanto no ano da produção, 1988, atuando em dois ótimos filmes, nos quais, em 1989 era premiada no Globo de Ouro. No entanto, mesmo sendo indicada a duas categorias na mesma premiação (coisa rara de se ver na premiação do Oscar), ela, infelizmente, perdeu nas duas categorias; atriz principal por este drama autobiográfico: A Montanha dos Gorilas e atriz coadjuvante na comédia Uma Secretária de Futuro, ambos do mesmo ano.

andrezanarella
André Zanarella
5 meses atrás

16.01.2009

jordisonfrancisco
Jordison
7 meses atrás

Ela foi encontrada morta no chão de madeira de sua cabana, nas montanhas de Ruanda.
Era dezembro de 1985.
A lanterna ainda estava acesa.
Cadernos abertos.
O crânio fraturado por um golpe seco na cabeça.
Dian Fossey não morreu pela natureza selvagem.
Ela foi assassinada por tentar protegê-la.
Para as aldeias ao redor, era Nyirmachabelli — “a mulher que vive sozinha com os gorilas”.
Para os cientistas, uma mente brilhante e obstinada.
Para os caçadores furtivos, uma ameaça: uma sombra na neblina que desmontava armadilhas com as próprias mãos e encarava espingardas sem baixar os olhos.
Mas antes de se tornar uma lenda, Dian Fossey era apenas uma mulher comum de São Francisco.
Nascida em 1932, trabalhava como terapeuta ocupacional, cuidando de crianças.
Não tinha formação em zoologia.
Nenhum destino extraordinário parecia traçado.
Então veio a África.
Era 1963.
E tudo mudou.
As montanhas a chamaram.
E ela respondeu.
Hipotecou a própria casa, abriu mão de conforto e segurança, e construiu o Centro de Pesquisa Karisoke com tendas, chão de terra batida e uma determinação que ninguém conseguiu quebrar.
Todos os dias entrava na floresta coberta de névoa. Rastejava de quatro, imitava sons, batimentos, murmúrios.
Ela não queria apenas observar.
Queria ser aceita.
E os gorilas a aceitaram.
Ela viu sua alegria.
Sua ternura.
Sua dor.
Ao cruzar seus olhares, entendeu que eles não eram objetos de estudo.
Eram família.
Quando o mundo começou a exterminá-los, Dian deixou de ser apenas cientista.
Tornou-se guardiã.
Queimava armadilhas de caçadores furtivos.
Denunciava governos corruptos que prometiam proteção enquanto escolhiam o lucro.
Escreveu certa vez:
> “Quando você compreende o valor de cada forma de vida, deixa de olhar para o passado e começa a lutar pelo futuro.”
Mas esse futuro tinha inimigos.
Quando seu gorila mais querido, Digit, foi assassinado — decapitado, com as mãos levadas como troféus — algo dentro dela se partiu. Dian o enterrou com as próprias mãos. Depois fundou o Digit Fund, transformando luto em resistência.
As ameaças se intensificaram.
Em seus diários, escreveu aquilo que não podia dizer em voz alta:
“Eles estão vindo atrás de mim.”
E vieram.
Ninguém jamais foi condenado por seu assassinato.
A verdade permanece enterrada, como tantas outras coisas naquela neblina.
Ainda assim, hoje, mais de mil gorilas-da-montanha continuam vivos graças a ela.
Porque Dian Fossey se colocou entre a inocência e a ganância.
Entre a natureza e o mundo que queria destruí-la.
Ela não apenas estudava gorilas.
Ela os protegia.
Mostrou que amar o selvagem não é gentileza.
É luta.
É resistência.
E, às vezes, é martírio.
Nas montanhas enevoadas de Ruanda, sua presença não se apagou.
Permanece como guardiã.
Como testemunha.
Como memória viva de uma floresta que se recusa a esquecer.

jordisonfrancisco
Jordison
7 meses atrás

Ela foi encontrada morta no chão de madeira de sua cabana, nas montanhas de Ruanda.
Era dezembro de 1985.
A lanterna ainda estava acesa.
Cadernos abertos.
O crânio fraturado por um golpe seco na cabeça.
Dian Fossey não morreu pela natureza selvagem.
Ela foi assassinada por tentar protegê-la.
Para as aldeias ao redor, era Nyirmachabelli — “a mulher que vive sozinha com os gorilas”.
Para os cientistas, uma mente brilhante e obstinada.
Para os caçadores furtivos, uma ameaça: uma sombra na neblina que desmontava armadilhas com as próprias mãos e encarava espingardas sem baixar os olhos.
Mas antes de se tornar uma lenda, Dian Fossey era apenas uma mulher comum de São Francisco.
Nascida em 1932, trabalhava como terapeuta ocupacional, cuidando de crianças.
Não tinha formação em zoologia.
Nenhum destino extraordinário parecia traçado.
Então veio a África.
Era 1963.
E tudo mudou.
As montanhas a chamaram.
E ela respondeu.
Hipotecou a própria casa, abriu mão de conforto e segurança, e construiu o Centro de Pesquisa Karisoke com tendas, chão de terra batida e uma determinação que ninguém conseguiu quebrar.
Todos os dias entrava na floresta coberta de névoa. Rastejava de quatro, imitava sons, batimentos, murmúrios.
Ela não queria apenas observar.
Queria ser aceita.
E os gorilas a aceitaram.
Ela viu sua alegria.
Sua ternura.
Sua dor.
Ao cruzar seus olhares, entendeu que eles não eram objetos de estudo.
Eram família.
Quando o mundo começou a exterminá-los, Dian deixou de ser apenas cientista.
Tornou-se guardiã.
Queimava armadilhas de caçadores furtivos.
Denunciava governos corruptos que prometiam proteção enquanto escolhiam o lucro.
Escreveu certa vez:
> “Quando você compreende o valor de cada forma de vida, deixa de olhar para o passado e começa a lutar pelo futuro.”
Mas esse futuro tinha inimigos.
Quando seu gorila mais querido, Digit, foi assassinado — decapitado, com as mãos levadas como troféus — algo dentro dela se partiu. Dian o enterrou com as próprias mãos. Depois fundou o Digit Fund, transformando luto em resistência.
As ameaças se intensificaram.
Em seus diários, escreveu aquilo que não podia dizer em voz alta:
“Eles estão vindo atrás de mim.”
E vieram.
Ninguém jamais foi condenado por seu assassinato.
A verdade permanece enterrada, como tantas outras coisas naquela neblina.
Ainda assim, hoje, mais de mil gorilas-da-montanha continuam vivos graças a ela.
Porque Dian Fossey se colocou entre a inocência e a ganância.
Entre a natureza e o mundo que queria destruí-la.
Ela não apenas estudava gorilas.
Ela os protegia.
Mostrou que amar o selvagem não é gentileza.
É luta.
É resistência.
E, às vezes, é martírio.
Nas montanhas enevoadas de Ruanda, sua presença não se apagou.
Permanece como guardiã.
Como testemunha.
Como memória viva de uma floresta que se recusa a esquecer.

jordisonfrancisco
Jordison
7 meses atrás

Ela foi encontrada morta no chão de madeira de sua cabana, nas montanhas de Ruanda.
Era dezembro de 1985.
A lanterna ainda estava acesa.
Cadernos abertos.
O crânio fraturado por um golpe seco na cabeça.
Dian Fossey não morreu pela natureza selvagem.
Ela foi assassinada por tentar protegê-la.
Para as aldeias ao redor, era Nyirmachabelli — “a mulher que vive sozinha com os gorilas”.
Para os cientistas, uma mente brilhante e obstinada.
Para os caçadores furtivos, uma ameaça: uma sombra na neblina que desmontava armadilhas com as próprias mãos e encarava espingardas sem baixar os olhos.
Mas antes de se tornar uma lenda, Dian Fossey era apenas uma mulher comum de São Francisco.
Nascida em 1932, trabalhava como terapeuta ocupacional, cuidando de crianças.
Não tinha formação em zoologia.
Nenhum destino extraordinário parecia traçado.
Então veio a África.
Era 1963.
E tudo mudou.
As montanhas a chamaram.
E ela respondeu.
Hipotecou a própria casa, abriu mão de conforto e segurança, e construiu o Centro de Pesquisa Karisoke com tendas, chão de terra batida e uma determinação que ninguém conseguiu quebrar.
Todos os dias entrava na floresta coberta de névoa. Rastejava de quatro, imitava sons, batimentos, murmúrios.
Ela não queria apenas observar.
Queria ser aceita.
E os gorilas a aceitaram.
Ela viu sua alegria.
Sua ternura.
Sua dor.
Ao cruzar seus olhares, entendeu que eles não eram objetos de estudo.
Eram família.
Quando o mundo começou a exterminá-los, Dian deixou de ser apenas cientista.
Tornou-se guardiã.
Queimava armadilhas de caçadores furtivos.
Denunciava governos corruptos que prometiam proteção enquanto escolhiam o lucro.
Escreveu certa vez:
> “Quando você compreende o valor de cada forma de vida, deixa de olhar para o passado e começa a lutar pelo futuro.”
Mas esse futuro tinha inimigos.
Quando seu gorila mais querido, Digit, foi assassinado — decapitado, com as mãos levadas como troféus — algo dentro dela se partiu. Dian o enterrou com as próprias mãos. Depois fundou o Digit Fund, transformando luto em resistência.
As ameaças se intensificaram.
Em seus diários, escreveu aquilo que não podia dizer em voz alta:
“Eles estão vindo atrás de mim.”
E vieram.
Ninguém jamais foi condenado por seu assassinato.
A verdade permanece enterrada, como tantas outras coisas naquela neblina.
Ainda assim, hoje, mais de mil gorilas-da-montanha continuam vivos graças a ela.
Porque Dian Fossey se colocou entre a inocência e a ganância.
Entre a natureza e o mundo que queria destruí-la.
Ela não apenas estudava gorilas.
Ela os protegia.
Mostrou que amar o selvagem não é gentileza.
É luta.
É resistência.
E, às vezes, é martírio.
Nas montanhas enevoadas de Ruanda, sua presença não se apagou.
Permanece como guardiã.
Como testemunha.
Como memória viva de uma floresta que se recusa a esquecer.

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Elenco de Nas Montanhas dos Gorilas

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Sigourney Weaver 79 2,2K

Sigourney Weaver

(Dian Fossey)
Antonio Hoyos 0 0

Antonio Hoyos

(Mime artist)
Bryan Brown 2 23

Bryan Brown

(Bob Campbell)
Constantin Alexandrov 0 0

Constantin Alexandrov

(Van Veeten)
David Lansbury 0 0

David Lansbury

(Larry)
Denise Cheshire 0 1

Denise Cheshire

(Mime artist)

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