A vida e obra de Nélson Freire, um dos principais pianistas brasileiros da atualidade, retratada através de 31 blocos temáticos que mostram um homem e sua música.
É lindo de se ver. Nelson Freire no palco e fora dele. Nos bastidores, nos ensaios, em casa... Um pouco de sua intimidade revelada de modo muito respeitoso por João Moreira Salles.
Só conhecendo um pouco da intimidade de Nelson Freire para se surpreender com a sua profunda timidez e, para compensar, seu tabagismo. A estória do menino prodígio e de seus pais que abdicaram de Boa Esperança de Minas pelo Rio de Janeiro, mudança esta registrada pela emocionada carta de seu pai altruista, que entregou Nelson ao mundo. Fiquei surpreso com a amizade entre Nelson e Martha Argerich, tão intensa, constante, próxima e a profunda intimidade entre eles que não ultrapassa às partituras e cuja distância mínima é um Steinway. Adorei o documentário que mostra o grande astro como uma pessoa como as outras cuja única e fundamental diferença é o seu imenso talento.
A montagem do filme é absolutamente primorosa: o diretor conjuga situações de diversos períodos, fazendo-as fluir na tela como se fossem contínuas, visto que representam movimentos similares do dia-a-dia de um gênio. Neste sentido, a abertura com a exibição de um cacoete musical preparatório sendo executado imitativamente em diversos países me enfeitiçou de imediato. Genial! A divisão do filme em capítulos é excelente, o personagem principal é muito simpático (o modo como ele se empolga diante dos filmes que compartilha conosco é fantástico) e as pessoas que aparecem na tela confirmam tal impressão. É um retrato da classe alta artística, mas não é presunçoso, mas, muito pelo contrário, leve e cativante. Saí da sessão enlevado. O modo como o diretor conseguiu revelar a intimidade de seu biografado sem, no entanto, deixar bastante claro que o que interessa para ele é a música (enquanto expressão pessoal) é soberbo! Filmaço! (WPC>)
E o jornal que aparece é da minha cidade, lá no interiorzão do sul de Minas!!! Ótimo filme! Sem muitas palavras, conseguiu transmitir toda a personalidade do pianista.
É lindo de se ver. Nelson Freire no palco e fora dele. Nos bastidores, nos ensaios, em casa... Um pouco de sua intimidade revelada de modo muito respeitoso por João Moreira Salles.
a sinergia dele com Martha Argerich é tão linda...
Só conhecendo um pouco da intimidade de Nelson Freire para se surpreender com a sua profunda timidez e, para compensar, seu tabagismo.
A estória do menino prodígio e de seus pais que abdicaram de Boa Esperança de Minas pelo Rio de Janeiro, mudança esta registrada pela emocionada carta de seu pai altruista, que entregou Nelson ao mundo.
Fiquei surpreso com a amizade entre Nelson e Martha Argerich, tão intensa, constante, próxima e a profunda intimidade entre eles que não ultrapassa às partituras e cuja distância mínima é um Steinway. Adorei o documentário que mostra o grande astro como uma pessoa como as outras cuja única e fundamental diferença é o seu imenso talento.
A montagem do filme é absolutamente primorosa: o diretor conjuga situações de diversos períodos, fazendo-as fluir na tela como se fossem contínuas, visto que representam movimentos similares do dia-a-dia de um gênio. Neste sentido, a abertura com a exibição de um cacoete musical preparatório sendo executado imitativamente em diversos países me enfeitiçou de imediato. Genial! A divisão do filme em capítulos é excelente, o personagem principal é muito simpático (o modo como ele se empolga diante dos filmes que compartilha conosco é fantástico) e as pessoas que aparecem na tela confirmam tal impressão. É um retrato da classe alta artística, mas não é presunçoso, mas, muito pelo contrário, leve e cativante. Saí da sessão enlevado. O modo como o diretor conseguiu revelar a intimidade de seu biografado sem, no entanto, deixar bastante claro que o que interessa para ele é a música (enquanto expressão pessoal) é soberbo! Filmaço! (WPC>)
E o jornal que aparece é da minha cidade, lá no interiorzão do sul de Minas!!!
Ótimo filme! Sem muitas palavras, conseguiu transmitir toda a personalidade do pianista.