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Data de lançamento
8 Abril 1988Duração
Nico é um policial de Chicago que está na pista de algo grande, envolvendo o tráfico de drogas. Mas quando começa a fechar o cerco, é forçado a deixar o caso e a carreira. Contrariado, vê todos os suspeitos que prendeu serem postos em liberdade. Agora Nico está fora da polícia. Mas não fora de ação, e tem um recado muito especial para os traficantes e assassinos políticos. Eles não estão acima da lei. Nem da lei de Nico.
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Divertido e nostálgico, justamente pela aura dos anos 80, o primeiro filme de Seagal é um ótimo passatempo para aquele dia cheio.
Confesso que eu só fiquei curioso pra assistir ele porque o filme está entre aqueles que irão sair do catálogo da HBO Max no fim do mês. Mas valeu a pena.
Tem a estreia de Seagal, boa atmosfera, trilha sonora e algumas boas cenas de ação.
Mas o roteiro é confuso, fraco e pouco envolvente. Além disso, parece querer adicionar muitas coisas como as artes marciais (que aparecem bem pouco), guerra, corrupção, entre outras, sem que tudo se conecte de forma muito legal. Além de tudo, um belo vilão subaproveitado.
Ainda assim, vale uma assistida pela nostalgia e valor histórico.
Muitos consideram este o melhor filme da carreira do controverso Steven Seagal, o ponto alto em que ele realmente entrou para o grupo dos grandes astros de ação dos anos 80. Na época, Seagal estava em plena forma, realizando todas as suas cenas de luta, algo que mudou com o passar dos anos, quando passou a depender de dublês até nas sequências mais simples.
Na minha humilde opinião, Nico: Acima da Lei continua sendo um filme divertido, ágil e cheio de energia, com aquele estilo clássico e direto das produções oitentistas. Vale e muito a pena revisitar a obra, e olha que eu nem sou 100% fã do Seagal.
OBS: Hollywood, no final dos anos 80 e início dos 90, era obcecada por caras durões, e Sharon Stone era uma atriz requisitada para ajudar a humanizar heróis de ação badass.
Ela estava ao lado de Seagal como sua esposa dedicada quando o mestre de aikido de 1,93m fez sua estreia no cinema neste thriller repleto de reviravoltas sobre um policial de Chicago envolvido em uma rede de tráfico de drogas e nas atividades obscuras da CIA. A própria Foxy Brown, Grier, fica com o papel feminino mais substancial como a parceira policial do astro. Já Stone, com seu corte de cabelo de dona de casa, oferece uma distração bem-vinda à pancadaria ao estilo Seagal, como arremessar carros contra paredes ou matar pessoas com as próprias mãos.
PS: Eu li uma matéria que ela deu uma entrevista no lançamento do "O Especialista" com Sylvester Stallone anos mais tarde , perguntada como que era trabalhar com os durões dos anos 80, ela disse que detestou fazer este papel ao lado de Seagal, até citou que ele "não valia as tintas que usam pra escrever seu nome " talvez por causa do temperamento dele durante as filmagens com ela.
Muito bom e divertido, gostei!
(Pam Grier mt linda como sempre) e devo elogiar as ótimas cenas de ação e trilha sonora, envelheceu bem.
Esta foi a estreia do Steven Seagal no cinema. Ele já era dublê e foi convidado para fazer o filme por seu antigo aluno de aikido, o agente Michael Ovitz, que acreditava que poderia transformar qualquer um em uma estrela de cinema.
Steven Seagal também produziu o filme e ajudou no roteiro que sofre pela falta de inspiração e abusa daquela fórmula batida do policial honesto lutando contra o sistema corrupto. Então não surpreende que o filme tenha sido lançado direto pra vídeo e praticamente caído no esquecimento.
De qualquer forma vale conferir o Steven Seagal já demonstrando suas habilidade do aikidô em início de carreira. Apesar de ter apenas 35 anos a calvície já maltratava o cara, que inclusive sofre bullying por isso durante o filme... Curiosamente também temos a participação de uma desconhecida Sharon Stone fazendo praticamente figuração.
Se o roteiro não impressiona, pela menos na parte de ação o filme se sai melhor com perseguições, tiroteios e explosões, além das boas cenas de lutas com Steven Seagal distribuindo pancada sempre que surge oportunidade (mas sem nunca despentear o cabelo).
Curiosidade: Seagal afirmou que partes do filme são autobiográficas e que foi empregado pela CIA durante a década de 1970, inicialmente como instrutor de artes marciais. Mas sua esposa na época, Miyako Fujitani, negou essas alegações e não há qualquer evidências de que Seagal já tenha realmente trabalhado com a CIA.