Dirigido por
Duração
Gere é Eddie Jillette, um policial durão e descompromissado que ao jurar vingança pela morte do parceiro, acaba mergulhado num tórrido caso com a única testemunha do crime, a namorada do assassino. Basinger é esta, a provocante Michel, que fica no meio de uma guerra entre Gere e Losado, o chefão do crime a quem ela pertence. A vingança de Jillette leva-o das ruas de Chicago para o violento submundo de New Orleans, de onde ele sequestra a garota de Losado. Ao escapar de um pântano traiçoeiro levando a bela Michel, eles são perseguidos sem descanso, mas a tensão cria um clima sensual de forte atração entre os dois. Com o tempo esgotado, Jillette confronta Losado em um clímax explosivo em que lutam "Sem Perdão".
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Tem Alguns Spoilers...
Ahh... Os anos 80. Eu lembro que cheguei da escola e esse filme estava passando na televisão.
"Sem Perdão" é desses Supercines que passava na TV, quase que toda noite! Mas que dessa vez, me fez correr pra casa igual uma McLaren, por causa da Kim Basinger, que era uma das deusa da minha vida.
Dirigido por Richard Pearce, o filme conta a história de Eddie Jillette (Richard Gere), um policial de Chicago, que depois de uma busca, acaba tendo seu parceiro assassinado por Losado (Jeroen Krabbé), chefão do crime de Nova Orleans, em que a beldade Michel (Kin Basinger) estava envolvida.
Inconformado com a perda, Jillette foi quase que por conta própria investigar o crime, mas buscando vingança pela morte do colega, numa cidade que é governada pelo assassino do seu amigo, onde os policiais locais, não aceitam a invasão da polícia de Chicago.
A história é genérica, típica dos filmes policiais da época, mas com muita ação, naquele velho estilo oitentista de policial fodão, que sai na captura de bandido, correndo de tudo, batendo e atirando em quem pode. A cidade de Nova Orleans é escura, suja e perigosa, parecendo mais uma cidade pobre da África, do que um estado americano.
Mas o Rishard Gere, está lá com seu Jillette, varando a noite, com um personagem pica, que foi seco na mulher do chefe, arrancar dela a verdade. Mas como deu merda, ele sequestra a bichinha, corre, nada e se enfia no meio da mata, bem no fiofó dos pântanos, na terra do Alligator, Crocodilo Dundee e o Véio do Rio.
Tem muito tiro, perseguição, porrada e beijo beijo, que fazem o coração cheio de ódio e vingança de Jillette, se arreganha de paixão por Michel. Afinal, depois que um bicho vê a Kim Basinger, não tem como correr atrás de mais ninguém na vida. Você olha pra uma mulher dessa e a cueca vai pro chão na hora.
Jillette e Michel, tem uma briguinha boa, ele puto da vida com ela, querendo saber a todo custo sobre Losado, dos negócios dele e do assassinato do amigo. E ela doida da vida, querendo arrancar as algemas que estava presa nele, e dar o fora desse sequestro de Supercine. Mas ela não tinha muito pra onde correr, pelo fato dela ser quase que uma puta do chefão, que era doido por ela. Então em meio a crocodilos e camarões de água doce, o romance dos começa
O filme tem cenas típicas, com aquelas forçadas de filme de ação, em meio o fogo da paixão, que nesses filmes policiais, são ao pimenta do pastel. Tempero obrigatório que essas produções precisam ter para entreter a gente do início até o fim (bateu uma fome loca enquanto eu fazia essa resenha).
O final é um tiroteio do capeta, com Richard Gere, deixando o Rambo na saudade de tanta bala, que ele solta nas cenas. Ele monta uma tocaia loca, com armadilhas de MacGyver, numa sequência forçada, mas de tirar o fôlego. Com happy end clássico no fim, e música romântica de vozeirão aveludado ("Our Love" do Michael McDonald) nas letrinhas, pra validar o romance.
Rishard Gere e Kim Basinger, estão muito bem em cena, a química da dupla é explosiva, que fez muita adolescente cheio de espinha correr pra casa pra ver o filme. Mas confesso que por mais que tenha uma mulher envolvida, para mim o ator não tem esse perfil de cara fodão. O negócio do Rirshão é romance pro lado do suspense, no entanto ele esteve muito bem. e Kim Basinger é uma alegria... Que atriz e que mulher!
A direção do Richard Pearce é bem competente, ele faz uma viagem raiz pras bibocas de Nova Orleans, que garante boas cenas de ação, com essa fórmula mágica de oitentista de fazer filmes do genero.
"Sem Perdão" é um ótimo filme, um clássico 80's, que mesmo assistindo as ultimas partes, valeu a corrida na época. Hoje, foi pura nostalgia!
13.11.1989
Um thriller correto com uma boa dose de romance. Gere no auge do "top-sexy man" e Basinger uma deusa da beleza. Bom filme, mesmo sem apresentar nada de novo.
É incrível como este filme, SEM PERDÃO, por mais simples que seja, consegue ter a proeza de me envolver, de modo que, já o vi inúmeras vezes, inclusive nas madrugadas globais e acho o seu clima e ambientação super envolvente. É aquele tipo de filme gostoso de assistir numa madrugada chuvosa e os ingredientes sexuais dele são latentes. Richard Gere como policial durão de Chicago está o "macho" "Alfa" considerado. Kim Basinger está linda, sensual e triste como uma prostituta namorada de uma mafioso. Os dois enfervecem a trama, uma vez que, não tenha nenhuma cena de sexo mais caliente, porém, cenas sensuais. A própria ambientação do filme é atraente, desde as ruas boêmias e escuras de Nova Orleans (berço jazzístico); ao bom uso dos pântanos da Louisiana, são bons ingredientes para atrair a audiência, uma vez que, a trama seja convencional. Passava sucessivas vezes na TV aberta, especialmente, na Rede Globo. Foi exibido também no Canal fechado por assinatura, mas precisamente na HBO e Warner. E alugava algumas vezes nas videolocadoras, na época dos primórdios do videocassete. O conteúdo não é lá essas coisas não, entretanto, a embalagem é mui atrativa. Uma fita policial repleta de intrigas, assassinatos, violência, sobretudo, contra a mulher (tadinha da personagem Michel). Contudo, ainda é gostoso de se assistir.
Difícil achar filmes ruins de Richard Gere neste época, Kim está incrível, recomento.