Advogado do início do século descobre sua real vocação: escrever roteiros de uma recém-descoberta arte, o cinema. Uma sensível e divertida homenagem aos pioneiros do cinema americano.
Pérola esquecida do saudoso Peter Bogdanovich. Descreve os primeiros dias do cinema norte-americano, quando produtores independentes começaram a filmar na Califórnia de 1910. Havia muito amadorismo e improviso, na frente e atrás das câmeras. Muitas cenas (como a do balão) eram criadas na hora, com despreparo. Os problemas atingiam até o circuito exibidor, com obras apresentadas de forma mal editada. Não havia uma regularização da profissão, e várias brigas aconteceram entre os desbravadores. A relação com os primeiros fãs rende momentos divertidos.
Na época, havia um conflito entre os realizadores, que se dividiram em 2 grupos: a) aqueles que tinham "licença" para trabalhar, fazendo parte de um cartel organizado por Thomas Edison; b) os que filmavam por sua própria conta e risco, sem a devida autorização e às escondidas. O problema só foi resolvido quando a Justiça americana derrubou a necessidade de liberação prévia para filmar, ampliando a concorrência entre os filmmakers.
Bogdanovich extrai o melhor de seu elenco, que inclui um simples advogado que se torna em diretor de cinema (Ryan O´Neal), um homem comum que é transformado em ator (Burt Reynolds) e uma menininha espera que se revela um talento como roteirista (Tatum O´Neal). O filme se encerra em 1915, quando D.W Griffith lança "O Nascimento de uma Nação" e dá um grande passo para a consolidação da gramática cinematográfica e do audiovisual norte-americano.
Pérola esquecida do saudoso Peter Bogdanovich. Descreve os primeiros dias do cinema norte-americano, quando produtores independentes começaram a filmar na Califórnia de 1910. Havia muito amadorismo e improviso, na frente e atrás das câmeras. Muitas cenas (como a do balão) eram criadas na hora, com despreparo. Os problemas atingiam até o circuito exibidor, com obras apresentadas de forma mal editada. Não havia uma regularização da profissão, e várias brigas aconteceram entre os desbravadores. A relação com os primeiros fãs rende momentos divertidos.
Na época, havia um conflito entre os realizadores, que se dividiram em 2 grupos: a) aqueles que tinham "licença" para trabalhar, fazendo parte de um cartel organizado por Thomas Edison; b) os que filmavam por sua própria conta e risco, sem a devida autorização e às escondidas. O problema só foi resolvido quando a Justiça americana derrubou a necessidade de liberação prévia para filmar, ampliando a concorrência entre os filmmakers.
Bogdanovich extrai o melhor de seu elenco, que inclui um simples advogado que se torna em diretor de cinema (Ryan O´Neal), um homem comum que é transformado em ator (Burt Reynolds) e uma menininha espera que se revela um talento como roteirista (Tatum O´Neal). O filme se encerra em 1915, quando D.W Griffith lança "O Nascimento de uma Nação" e dá um grande passo para a consolidação da gramática cinematográfica e do audiovisual norte-americano.