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Duração
Para Jessie, uma epilética de meia idade, desempregada, com um casamento falido e um filho delinquente, a única maneira de controlar a situação é tirando a sua própria vida. A mãe viúva, com quem ela mora, só percebe o grau de depressão da filha quando os planos de suicídio se tornam muito aparentes. A troca que se estabelece entre as duas, enquanto a mãe tenta dissuadi-la, traz à tona todo o ressentimento, compreensão e amor.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Um bom teatro filmado que conta com soberbas atuações de Anne Bancroft e Sissy Spacek que injustamente foram ignoradas pelo Oscar. Poderia ter alcançado melhor resultado se não tivesse alongado tanto no desenvolvimento da sua história. O que o faz o filme parecer mais longo do que realmente é.
Também achei um pouco absurdo a mãe não ter sequer tentando pedir ajuda através de um telefonema quando a filha anunciou a ela que iria cometer suicídio.
É uma sequência ininterrupta de diálogos entre mãe e filha, a primeira tentando dissuadir a segunda. Achei chato, monótono e me vi consultando a barra referente ao tempo decorrido inúmeras vezes.
E, então, ela se mata.
Obs.: O título em português é infeliz e de mau gosto.
Uma pancada, um tema complicado...acho mesmo que nunca chegaremos a entender efetivamente...
Pessoal, alguém sabe onde encontro esse filme??? Já assisti há muito tempo atrás\ e queria assistir novamente
“Noite de Desamor” tem dois elementos que eu gosto muito em filmes quando bem feitos: diálogos reflexivos (do tipo que vão ficar martelando na sua cabeça mesmo depois de o filme acabar) e pouco cenário, como se fosse teatralizado, o que potencializa muito mais as atuações (quando boas), já que o foco é basicamente os atores e os diálogos, sem ação, efeitos especiais ou qualquer elemento de dispersão. Inclusive me lembrou muito de três filmes que eu amo, que são “Quem tem Medo de Virgínia Woolf?”, “Sonata de Outono” e “Interiores”.
Com um texto mediano ou um elenco pouco alinhado ou sem talento, a obra pode se tornar enfadonha e piegas, mas com bons atores e um roteiro caprichado, se torna algo marcante, como temos aqui, com a Sissy Spacek e a Anne Bancroft dando um show em cena sem qualquer alívio ao telespectador, que só consegue respirar ao final do filme, depois de sofrer o impacto de tudo o que foi mostrado.