Compartilhe "Nunca Deixei de Te Amar" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Outros títulos
Nunca Digas Adeus - Brasil
Sinopse
A maior parte da história é em flashes de volta para a Áustria durante a Segunda Guerra Mundial, como Dr. Parker conheceu e se casou com sua esposa, e um erro que pode ter lhe custado sua família.
Com cara e roupagem de uma telenovela dramática tal qual as novelas mexicanas do SBT este filme tem a marca do mestre do melodrama sentimental DOUGLAS SIRK, aqui em parceria na direção com JERRY HOPPER. O enredo é semelhante há tantos filmes dele o amor separado pela guerra, pela inconstância conjugal e o julgamento social. Tudo nele remete a obra de Douglas Sirk e seus velhos e por que não atuais dilemas. Rock Hudson mais uma vez foi acionado para encarnar o papel do marido apaixonado que cria sua filha sozinho devido um desentendimento com a esposa cujo encontrara anos depois de modo um tanto inusitado. Rock Hudson parece que sempre foi o ator-fetiche do cineasta e tem vários filmes feitos do o rei do melodrama. Aqui como de praxe se sai formidável no papel principal. A figura doce e humana de Cornell Borchers como a sofrida Lisa Gosting encontra elo em sua dramaticidade e na figura e imagem de anjo que atriz tem. E George Sanders surge como disputa amoroso e, por fim, conclui o filme como amigo reconciliador. Talvez até nem seja o melhor filme do cineasta pelo enredo simples, mas as cores fortes e vibrantes estão lá. O melodrama está lá. O desejo amoroso contido está la. O amor impossível está lá. E os preconceitos sociais estão lá. Seja como for, é de Douglas Sirk, e igualmente bom.
Drama romântico em Technicolor da Universal International Pictures e Universal Pictures. O filme foi vagamente baseado na peça de 1923 "Come prima meglio di prima", do italiano Luigi Pirandello (1867-1936). Este filme foi uma refilmagem de Sublime indulgência (45), além de ter outro remake: a produção francesa feita para a TV Comme avant, mieux qu'avant (72). Jerry Hopper (1907-1988) foi o único diretor creditado.
Sobre sua participação não creditada, o diretor alemão Douglas Sirk (1897-1987) disse em uma entrevista com Jon Halliday em 1971 que trabalhou na preparação deste filme, que trouxe a lituana Cornell Borchers (1925-2014) da Alemanha e que refez cenas com George Sanders (1906-1972) a pedido deste último e do estúdio. Rock Hudson (1925-1985) faz o par central ao lado de Cornell, que canta a música-tema "For the first time". Uma das primeiras aparições de Clint Eastwood no cinema, onde ele surge numa cena que dura alguns segundos.
Dr. Michael Parker, morando na Califórnia com sua filha, Suzy Parker, está visitando Nova York quando encontra sua ex-esposa, Lisa Gosting, que foi dada como morta. Ao vê-lo, ela sai correndo para a rua em estado de choque, onde é atropelada por um carro. Após uma grande cirurgia, Lisa se recupera e Parker relembra seu casamento na Viena do pós-guerra e seu ataque de ciúme que os levou ao afastamento. Em sua cama de hospital, ele implora a ela para aceitá-lo de volta.
Mais um para aquela lista de "não fazem mais filmes como antigamente"
Com cara e roupagem de uma telenovela dramática tal qual as novelas mexicanas do SBT este filme tem a marca do mestre do melodrama sentimental DOUGLAS SIRK, aqui em parceria na direção com JERRY HOPPER. O enredo é semelhante há tantos filmes dele o amor separado pela guerra, pela inconstância conjugal e o julgamento social. Tudo nele remete a obra de Douglas Sirk e seus velhos e por que não atuais dilemas. Rock Hudson mais uma vez foi acionado para encarnar o papel do marido apaixonado que cria sua filha sozinho devido um desentendimento com a esposa cujo encontrara anos depois de modo um tanto inusitado. Rock Hudson parece que sempre foi o ator-fetiche do cineasta e tem vários filmes feitos do o rei do melodrama. Aqui como de praxe se sai formidável no papel principal. A figura doce e humana de Cornell Borchers como a sofrida Lisa Gosting encontra elo em sua dramaticidade e na figura e imagem de anjo que atriz tem. E George Sanders surge como disputa amoroso e, por fim, conclui o filme como amigo reconciliador. Talvez até nem seja o melhor filme do cineasta pelo enredo simples, mas as cores fortes e vibrantes estão lá. O melodrama está lá. O desejo amoroso contido está la. O amor impossível está lá. E os preconceitos sociais estão lá. Seja como for, é de Douglas Sirk, e igualmente bom.
Uma delicinha de lento...
Um tanto quanto novelesco, mas é um filme bem agradável de se assistir.
Drama romântico em Technicolor da Universal International Pictures e Universal Pictures. O filme foi vagamente baseado na peça de 1923 "Come prima meglio di prima", do italiano Luigi Pirandello (1867-1936). Este filme foi uma refilmagem de Sublime indulgência (45), além de ter outro remake: a produção francesa feita para a TV Comme avant, mieux qu'avant (72). Jerry Hopper (1907-1988) foi o único diretor creditado.
Sobre sua participação não creditada, o diretor alemão Douglas Sirk (1897-1987) disse em uma entrevista com Jon Halliday em 1971 que trabalhou na preparação deste filme, que trouxe a lituana Cornell Borchers (1925-2014) da Alemanha e que refez cenas com George Sanders (1906-1972) a pedido deste último e do estúdio. Rock Hudson (1925-1985) faz o par central ao lado de Cornell, que canta a música-tema "For the first time". Uma das primeiras aparições de Clint Eastwood no cinema, onde ele surge numa cena que dura alguns segundos.
Dr. Michael Parker, morando na Califórnia com sua filha, Suzy Parker, está visitando Nova York quando encontra sua ex-esposa, Lisa Gosting, que foi dada como morta. Ao vê-lo, ela sai correndo para a rua em estado de choque, onde é atropelada por um carro. Após uma grande cirurgia, Lisa se recupera e Parker relembra seu casamento na Viena do pós-guerra e seu ataque de ciúme que os levou ao afastamento. Em sua cama de hospital, ele implora a ela para aceitá-lo de volta.