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Duração
Belo, emotivo e contemplativo. Um dos mais importantes filmes da história do cinema, inédito no Brasil. O amor conta a história de uma mulher que esconde a verdade sobre o seu marido, que está preso, para mãe do mesmo. Uma história corajosa sobre relacionamento e sentimento, em torno de questões políticas, amizades e família.
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Gostei da forma como o diretor compõe as cenas e a fotografia. Tem muito aquele ar da novelle vague especialmente a tcheca sessentista aqui . E de certa forma a suposta reviravolta funciona bem, ainda que a ausência do marido sempre levantasse um que de desconfiança. Enfim, os diálogos é que pareceram um pouco frágeis. É aquilo, tem muito do Bergman aqui , só que não é Bergman, nem de perto.
Filme húngaro perfeito e singelo, final bem lindo, sensação emocionante que também tive quando vi ordet do dreyer
Filme bem fraco e pior que tinha tudo pra ser um filmão. A ideia é ótima, mas muito mal executada. Fora as cenas sem sentido, ele se perde totalmente do início ao fim com diálogos extremamente monótonos.
Ainda bem que o filme é curto, se fosse mais longo eu morria de tédio. Definitivamente o cinema do Leste Europeu tem filmes bem melhores do que esse a oferecer.
eu pensei que esse filme era bom
A quantidade de cortes e planos escolhidos dá ao filme uma constância de sensações que transformam o olhar do espectador. Ter essa profusão de sensações em cada cena mostra como o filme se propõe em tratar de um tema simples - do ponto de vista de ser muito abordado - contudo de modo sofisticado.