Nas profundezas do coração da Chinatown nova-iorquina cresce uma ameaça criminal milenar, a Triade, uma impiedosa rede de corrupção e poder. O novo chefão da organização, o jovem Joey Tai, decide que é chegada a hora de enfrentar os interesses dominantes, tanto italianos quanto orientais, na disputa pelo lucrativo tráfico de drogas. As ruas ficam cobertas pelo sangue de seus inimigos. Entra em cena o Capitão Stanley White, policial que assume o controle de Chinatown. Utilizando uma bela jornalista como aliada, White inicia uma batalha particular contra o caos reinante em seu território. Apenas um homem poderá sobreviver ao inevitável confronto.
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Um dos protagonistas mais asquerosos que se tem notícia. Você começa o achando babaca pela sinofobia e termina o odiando por mais outros 489 motivos.
Revisto depois de 20 anos o filme é bem dirigido, com ótimas atuações de Rourke e Lone e muito violento. Porém a trama peca bastante pelo roteiro confuso, com pouco desenvolvimento dos outros personagens e um retrato muito preconceituoso dos asiáticos.
Aqui é chinatown, tru, não é pokémon
Confesso que é segundo filme do Cimino que eu tive contato, e, de fato, ele constrói personagens de forma excepcional.
Tanto Deer Hunter quanto Year of the Dragon, ambos os personagens são extremamente humanos. Aqui o conflito pessoal do protagonista é o ingrediente principal da trama em si.
O que considero "falho" no Year of the Dragon para registrá-lo como um filme mediano é o quão desinteressante são os "acontecimentos" do filme. Para mim tudo além o desenvolvimento dos personagens é indiferente.
O romance dos protagonistas me parece até patológico, principalmente porque muitas vezes o Stanley é abertamente racista.
Mas não me entendam mal, personagens dissonantes podem sim se interessar reciprocamente. Mas para mim um "enemy to lovers" parece longe demais ao recompensar o protagonista racista branco de um filme estadunidense.
Já a parte de thriller policial não empolga em momento nenhum. E mesmo com os pequenos clímaxes, nunca funcionam ao ponto do filme empolgar ou emocionar com que está ocorrendo. A verdade é que é irrelevante e funciona apenas para justificar a construção do personagem. Seria essencial que o filme funcionasse em ambas as tramas, e para mim ele só é efetivo (e muito) em sua parte dramática.
No final, o personagem termina vendo o quão irrelevante foi sua "jornada", apesar de toda destruição que deixou pelo caminho. Mas que traz uma redenção não merecida a um personagem deplorável que destruiu tudo ao seu redor.
Que achado!
Ação, explosão e confusão a granel.