O arquiteto Leo Waters (Anthony LaPaglia) vive uma crise familiar: sua esposa está infeliz com o casamento, sua filha adolescente está começando a se descobrir, e seu filho acaba de desistir da faculdade. Ao mesmo tempo, Leo recebe um pedido para assinar uma petição para destruir um prédio que ele mesmo projetou.
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Achei a temática muito interessante e recomendo para aqueles que se interessam em arquitetura com enfoque em habitação social. É um ótimo filme para se discutir a respeito de como o arquiteto pensa seu projeto e como o edifício já construído é usado pelos moradores. Essa realidade dos conjuntos habitacionais, como mostrada no filme de modo intrínseco, pode ser vista em vários exemplos nos nossos dias, com as infinitas tentativas de suprir o deficit habitacional no país. Apesar da boa intensão do arquiteto em fazer desenho de tipologias adequadas de habitações elas nem sempre é possivel prever o que pode acontecer após a ocupação.
Agora sobre o filme em si, o enredo poderia ser mais bem aproveitado se os questinamentos sociais fossem postos mais abertamente ao invés de se costurar dramas familiares, que transitam descolados durante o desenvolvimento do filme.
A impressão final que me causou foi de superficialidade do roteiro e de personagens complexos pouco explorados. Achei a trilha sonora bem explorada e Sebastian Stan me surpreendeu na atuação.
Tenho um fraco por filmes com mensagens, são acima de tudo bem-intencionados, por mais piegas que possam parecer às abordagens sobre como devemos salvar o planeta terra, cuidar da natureza, tratar melhor os nossos semelhantes, e assim por diante.
Porém, nem sempre funcionam. Esta produção parece uma idéia nobre disfarçada de roteiro, um esboço mal concebido que não funciona muito bem enquanto Cinema. Fico sempre frustrado quando este tipo de projeto não instiga o espectador, não oferece soluções, ou se propõe a qualquer tipo de reflexão para os problemas sociais que retratam. Felizmente a trama consegue suscitar tais elementos.
O elenco é forte, tem Anthony LaPaglia, Isabella Rossellini e Viola Davis que doam tudo para salvar o material - o roteiro original deve ter sido mais promissor, porque é difícil de entender o apelo deste projeto para um grupo tão seleto de atores. De qualquer forma, muito interessante traçar paralelos da arquitetura com a nossa vida cotidiana.
Muito particular a mensagem do filme "...devemos simplesmente explodir tudo e começar tudo novamente?" - Eu heim...
Gostei apesar de achar arrastado, o final surpreendente.
Não é tão bom assim não! HAHAHAHHA
muito longe de Crash e beleza americana...
Um filme mto bom, atuações bem marcantes e que consegue demonstrar os diferentes pontos de vista das classes sociais.