Dirigido por
Data de lançamento
1 Março 2012Duração
Jackie Kimball é uma garota de 17 anos, simpática, quase normal em todos os sentidos, menos em um: ela é apaixonada por seu irmão Matthew, um ano mais velho do que ela. Matthew está trazendo sua nova namorada Yolanda para jantar em casa e a angústia melodramática de Jackie interrompe os preparativos do jantar em família. Embora Matthew não compartilhe do desejo incestuoso da irmã, Jackie luta contra a intrusão da realidade em seu mundo idílico da infância. Alice, a mãe da família, é uma presença simpática, mas distante e frequentemente absorta escrevendo seus diários, em sua mesa, bebendo café. Um irmão mais velho, Will, é um estudante de intercâmbio no exterior e a irmã Jeanne, que não tem a menor paciência com as extravagâncias de Jackie, está prestes a sair de casa.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Já vi cinco filmes deste diretor e estou encantado frente à sua genialidade alternativa. Mas insisto em notar similaridades em relação aos estilos de outros cineastas: admitamos, este filme não lembra bastante os primeiros contatos que tivemos com Terry Zwigoff? Para além disso, as especificidades sallittianas é que fascinam-nos: o modo espontâneo com que ele lida com a sexualidade (nunca o incesto foi apresentado com tamanha naturalidade!) e a sua magistral direção de atores (foi ótimo reconhecer Tallie Medel!) tarimbam-no como um dos diretores mais interessantes da contemporaneidade, por mais bissexto que ele seja em suas pungentes realizações. Em termos roteirísticos, há uma valiosa mudança de perspectiva do meio para o final, quando a ovação à Psicologia assume a dianteira temática. O desfecho abrupto e simultaneamente peremptório é genial. A protagonista fala tanto sobre aquele irmão, que tendemos a apaixonar-nos por ele também: que rapaz lindo, afinal. Um tanto esnobe, mas lindo! (WPC>)
Terrivelmente parado e arrastado! Os diálogos e a temática prometiam ser muito boas, porém a edição do vídeo e a atuação dos atores simplesmente matou o filme. Muitos planos estáticos demais, mostrando o nada por longos e cansativos segundos, atores muito "sem emoções" e atos até meio nada a ver com a cena... que droga hein!
O tema é muito instigante, mas tive a impressão de que não foi bem aproveitado. Talvez a minha expectativa (de que veria algo incrível) também tenha atrapalhado um pouco. As cenas da protagonista nas sessões de terapia eram um pouco entediantes e poderiam ser eliminadas se os sentimentos/confusões sentimentais dela fossem melhor trabalhadas de outras formas (em cenas, falas, narração em off).