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Duração
O jovem italiano Francesco herda uma propriedade de uma tia turca que nunca chegara a conhecer. Ele deixa sua esposa e viaja para Istambul a fim de vender a casa. Em suas andanças pela cidade, descobre que o edifício abrigava uma antiga casa de banhos turcos. Ele acaba, então, cancelando a venda e se rendendo aos encantos e mistérios da cidade, entre os quais um romance mais que inesperado.
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Gostei como F. Ozpetek fez sua obra.
Com um ritmo lento e sem presa ele vai capturando a nossa atenção, essa mesma lentidão exige muito de quem está vendo.
Achei um filme sensível
Ótimas atuação e a fotografia.
14.10.2023
foi dificil manter o interesse
Nada é bem construído ou completamnete desenvolvido em O Banho Turco.
Pra mim teve um grande problema de ritmo e isso me fez perder completamente o interesse na história.
O filme é belíssimo em vários aspectos. Tem uma poesia tanto no enredo quanto no visual que é encantadora e nos imerge na história, nos personagens, no lugar. O roteiro peca, na minha opinião, em dois pontos:
Primeiro, não acho que a mulher dele precisasse ver os dois na casa de banho e ter todo aquele drama. Já que a relação dos dois já estava desgastada e chegando ao fim, poderiam ter tornado a coisa mais sutil. A briga atrapalhou um pouco também a naturalidade da decisão da Martha de ficar no país.
Segundo e o pior ponto, a morte do protagonista. Para além da questão "gays sem final feliz", essa escolha "esfria" o filme. Para mim, Francesco não foi para Istambul para 'se relacionar com outro cara', mas para se encontrar, se libertar como ser, uma experiência, um processo muito mais amplo. Matar o personagem é tirar essa liberdade dele. E a justificativa para o crime - ele não ter vendido o hamam - é muito fraca, tanto que para dar alguma força a ela, colocaram o Zozo repetindo que a mulher era perigosa, mas não rolou.
No mais, o filme tem seu valor e vale a pena conferir. Uma grata surpresa para mim.