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Data de lançamento
9 Março 1990Duração
Três irmãos um oficial militar, um jovem problemático e um sonhador se encontram pela primeira vez depois de cinco anos separados.
O objetivo é levar um carro que eles compraram para presentear a mãe, que faz 50 aos de idade.
Durante a viagem, os três terão uma nova chance de se conhecerem melhor.
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Diversão e nostalgia , numa espécie de road movie com diferentes irmãos, em loucas atrapalhadas a caminho de casa, tem uns lances meio datado mas é um ótimo filme, elenco responsa, o Patrick Dempsey novinho e o saudoso Alan Arkin, showww
Coupe de Ville é um bom filme dentro do que se propõe — um road movie que, mesmo simples, é competente e direto ao ponto. Não é longo e não perde tempo com coisas idiotas; tudo o que acontece tem um motivo, um peso ou algo que acrescenta à trama. Nada é gratuito. É o tipo de filme que não tenta ser mais do que é, mas cumpre bem o que promete.
A história acompanha três irmãos que pouco se veem e mal se conhecem. No início, eles não se dão bem e deixam claro o quanto estão distantes um do outro, mas, conforme a viagem avança, começam a se unir, a criar conexões e a realmente se conhecer melhor. Essa mudança é o que dá alma ao filme.
No caminho, é claro, eles se metem em vários b.o. —
brigas, desentendimentos, situações tensas e até alguns perrengues pesados com o carro.
Coupe de Ville
Cada um dos irmãos tem uma personalidade bem definida. Marvin (Daniel Stern), o mais velho, é o responsável e o que tenta manter todos na linha, mas também é mandão, irritado e muitas vezes arrogante, o típico cara que acha que sabe o que é melhor para todo mundo. Buddy (Arye Gross), o do meio, é o mais tranquilo e razoável, mas às vezes parece meio apagado, sempre tentando apaziguar os outros sem se impor de verdade. Já Bobby (Patrick Dempsey), o caçula, é o mais chato e imaturo — desrespeitoso, irresponsável e egoísta, aquele que fala demais e pensa de menos, causando alguns dos problemas da viagem.
O carro, o Coupe de Ville 1954,
é apenas um símbolo, um instrumento que o pai usa para tentar unir os filhos.
O pai, que está morrendo, é o centro emocional de tudo
No final,
o discurso do pai
Assistido em 02/11/2025
Aquele típico road movie que os personagens vão se odiar no início, se mete em várias encrencas, mas vc sabe como vai terminar, padrão sessão da tarde e com o Patrick Dempsey novinho e o Alan Arkin de pai rabugento.
Eu diria que união resume o filme.
como se por obstante personalidades distintas vulgo conviveriam ao clima tradicional harmonico apenas por estarem compartilhando do mesmo espaço fisico aliado a oportunidade de interação antropologica correspondente, contudo a quem interessar ou nao possa, por mais que a setima arte tente sugerir ou mesmo inclusive defender a ideia de basta querer para por resultado subsequencial, sempre será poder, mas que em se tratando de formas de vidas caoticas pensantes como nós homo sapiens, alem de DANEM SE opiniões divergentes, não seria um carro esportivo dotado de cores vibrantes azuis,tão pouco a chance de efetuar se deslocamentos os quais em tese permitiriam dialogos nos quais este fato embora relevante e bem vindo sobretudo, ja que significaria que a humanidade ainda consegue entender se com relação as diferenças, que o intento comportamental o seria garantido, de forma que conforme notarão junto a digamos tentativa veicular muito mais protocolar aliada a forçada por parte dos compartilhadores de laços sanguineos, contudo não sentimentos familiares genuinos patrick dempsey, daniel stern, alan arkin e cia ltda ha exatos 34 anos, ideias do ponto de vista de partida o quais as originou, de BOAS segundo este IDEM BOM longa metragem ? no discurso SIM, agora na PRATICA ? somente quando e SE UM DIA o for possivel pensar, planejar e concretizar exatamente nesta ordem, pois caso contrario ? a tendencia seria IDENTICA ocasionada por DISCURSOS VAZIOS, ou seja " palavras jogadas ao vento " IRRELEVANTES, para nao dizer INUTEIS ao extremo, e fim de papo. " Cadillacqusticamente " NOTA 9.0.