Todos os anos, o apresentador de TV John Tanner convida três de seus melhores amigos para um fim-de-semana divertido. Pouco antes da reunião deste ano, a CIA, através de Fassett, convence o jornalista de que seus amigos fazem espionagem para a Rússia. Relutante, acaba por aceitar que sua casa seja monitorada. Entretanto, logo descobre que os planos não são como apresentados. Desta vez, o fim-de-semana terá um clima diferente.
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Com vários rostos conhecidos , Burt Lancaster (A Um Passo da Eternidade), Dennis Hopper (Sem Destino), Craig T. Nelson (Poltergeist ) , John Hurt (0 Expresso da Meia Noite), Meg Foster (Eles Vivem), Chris Sarandon (A Hora do Espanto), e é claro Rutger Hauer (Falcões da Noite).
O cineasta Sam Peckinpah , era conhecido como "Poeta da Violência", mas esse não foi tão sanguinário, houve sim as famosas câmera lenta.
Filme retrata no período da guerra Fria (1947 a 1991), mas a situação muito hipotética. Repórter/entrevistador amigos suposto traidores da pátria.
Outro detalhe, a câmera que capta as filmagens mostra a mesma cena que filme mostra para nós espectadores, na mesma perspectiva, não se ângulos diferentes.
Uso de arco é flecha é explorado mais na divulgação do filme do que no filme propriamente dito.
Em súmula, filme que não tem nada de mais , não cativa o espectador.
Único momento que posso dizer engraçado , foi quando a TV não mudava de canal, e Lawrence Fasset, fingi ser o homem do tempo.
Em tempo: ( acho que Hauer aprendeu a usar arco e usou no filme seguinte "Feitiço de Áquila".) Kkkkk
Bom filme para você!!!!!!
21.09.1989
Aprecio muito os trabalhos do Sam Peckinpah, mas esse é de longe seu pior filme, nem parece ser filme dele, a trama é muito mal elaborada, e desconexa, fora que aquele excesso de câmera lenta deixa os 103 minutos ainda mais cansativos.
Este derradeiro filme de Sam Peckinpah embora não fosse o melhor de sua filmografia, ainda assim dá um banho em muitos filmes de hoje em dia, até pelo fato de ser um filme bastante atual e sintonizado o qual vivemos nos dias atuais (o poder da mídia e comunicação e o confinamento em uma casa com quiproquós entre os confinados, vide o Big Brother Brasil). O enredo é baseado numa adaptação literária trazendo um clima, sumariamente dos espiões da guerra fria com muitas cenas de ação em câmera slow motion à la Brian De Palma. Apesar de haver momentos em que a narrativa fique lenta e algumas situações esquisitas, o filme vale pelo elenco vigoroso, o clima de suspense em sua meia hora final cujo o ritmo melhora. Bom filme!
Cenas em câmera lenta mal feitas, narrativa esquisita, situações sem sentido. Não curti em nada.