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Na trama, o adolescente Carson Phillips quer realizar o sonho de se tornar um jornalista de sucesso e editor-chefe da revista literária The New Yorker, mas morre atingido por um raio. A partir desse fato, ele conta em flashbacks sua empreitada de chantagear outros estudantes de sua escola para entrar na equipe de sua revista literária de colégio e ajudá-lo a realizar seu sonho.
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Quando você ainda é um adolescente, qualquer momento e qualquer circunstância podem ser turning points na sua vida. Afinal, você ainda tem toda uma jornada pela frente, não é mesmo? Pelo menos é o que pensava Carson Phillips (Chris Colfer). Mas a vida sempre reserva lá suas ingratas surpresas...
Que, no fim, nem são lá tão surpreendentes assim. Afinal, o filme já deixa claro o seu final logo no início. E não há exatamente nenhum problema com isto. Apenas não há aquela antecipação que vai crescendo até aquele momento fulcral. Porque o fim aqui foi tratado como o começo de algo. Se não para ele, para os outros.
E é aqui que o filme tem algum brilho. Porque há uma mensagem legal por trás. Para todos aqueles que são deixados de lado, seja por serem esquisitos, por terem gostos diferentes e excêntricos, ou por simplesmente serem muito mais ambiciosos que a média. Simplesmente sigam suas vidas da melhor forma possível. Mesmo que ela não corra da forma como você esperava.
E é também aqui que encontramos o maior demérito do filme: na tentativa de espraiar esta mensagem, temos um sem fim de personagens mal desenvolvidos, todos baseados em estereótipos extremamente batidos. Na tentativa de ser uma discussão "espertinha" sobre o colegial, o filme acaba caindo na armadilha de se perder na própria ambição também. Afinal, todos não passam de meras caricaturas.
Intérpretes mais capazes, como a genial Allison Janney e a comedida - mas segura - Christina Hendricks conseguem adicionar algumas camadas adicionais às personagens que interpretam, mesmo com pouco tempo de tela, deixando-as minimamente críveis. Os outros, em geral, nem tanto. São apenas aquela superfície que, quanto mais tempo de tela têm, mais você percebe que só possuem superfície mesmo.
No fim das contas, este tipo de dramédia adolescente geralmente cai nessas armadilhas de seguir pelo caminho mais fácil de outras produções do gênero: como a crítica não critica nada, no fim a piada perde a graça. São raras as películas do naipe que são atingidas por um raio e saem desse marasmo. Por mais que aqui houvesse potencial, não diria ser o caso.
Porrah que filminho maneirooo, achei que seria só uma comedinha dramática teen mas foi muito mais que isso.... ri alto de algumas situações, em outras fiquei bad, muitas sensações durante a rápida narrativa , e Allison Janney como sempre inflando o filme com sua atuação densa, vou panfletar o filme de tanto que gostei rs
tem uma piadinha podre sobre escravização de indígenas no filme
mas tirando isso é bom e eu chorei
Esse final mexeu comigo
Não gostava do ator e sua interpretação em Glee, não criei simpatia por ele nesse filme, que aliás tem muitos atores bons, mas muito mal desenvolvidos.