tombiz
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Estes são os meus filmes e séries favoritos

Atração Mortal (Heathers) 348 3.7

Atração Mortal

Lua de Papel (Paper Moon) 162 4.3

Lua de Papel

Marcas do Destino (Mask) 199 4.0

Marcas do Destino

Sangue Negro (There Will Be Blood) 1,2K 4.3

Sangue Negro

Tempo de Despertar (Awakenings) 658 4.3

Tempo de Despertar

Jumanji (Jumanji) 1,5K 3.7

Jumanji

Chaplin (Chaplin) 367 4.2

Chaplin

Seven: Os Sete Crimes Capitais (Seven) 2,8K 4.3

Seven: Os Sete Crimes Capitais


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Thelma (Thelma) 55 3.7

Thelma

A Luz Entre Oceanos (The Light Between Oceans) 366 3.8

A Luz Entre Oceanos

Hitch: Conselheiro Amoroso (Hitch) 1,1K 3.3

Hitch: Conselheiro Amoroso

Éden (Eden) 134 3.3

Éden

Últimas opiniões enviadas

Aqui (Here) 134 3.3

Aqui

  • tombiz
    1 ano atrás

    Filmes sempre possuíram uma relação muito íntima com o tempo. Seja pela duração que precisa ser precisa para cativar o espectador sem torná-lo cansativo, seja porque uma produção longa demais às vezes é rejeitada por tomar tempo excessivo nas nossas rotinas tão atribuladas, ou mesmo porque o tempo é aquele que define o que conseguimos e o que não conseguimos fazer num dia. Sendo assim, em geral, o cinema não pensa tanto sobre o espaço. Mas "Aqui" é diferente.

    Afinal, aqui temos uma produção filmada sempre no exato mesmo local, marcando presença naquele mesmo espaço. Por mais que o tempo pareça a estrela do filme, é o espaço que é o verdadeiro astro aqui. Porque, sem ele, mesmo que o tempo passasse, era como se ele sequer existisse.

    E isso é muito claro na vida dos personagens. Como o tempo pode passar - e jamais retrocederá, convém lembrar - mas é o espaço que vai definir as nossas vidas. Seja porque estamos num lugar que nos permite fazer experimentos científicos, praticar com o violino ou treinar aeróbica ou porque podemos ir para outro lugar, seja para conhecer a encantadora Paris ou estudar Direito numa faculdade de prestígio. E, mesmo assim, há muito que podemos fazer numa simples sala de estar.

    Podemos criar nossos filhos, nos casar, comemorar aniversários e até mesmo dar à luz. E, mesmo assim, pensamos muito pouco neste espaço, ou sonhamos em deixá-lo para ter o nosso próprio cantinho sem apreciá-lo como devemos. Quantas e quantas vezes não nos preocupamos com o tempo e deixamos o espaço negligenciado? E o quanto isto não acaba por nos afetar ao longo da vida definitivamente não é pouco.

    O filme é um pouco repetitivo e o roteiro precisava de um toque a mais de vigor para conectar bem todas as histórias, pois há muitas tramas que revolvem de maneira extremamente superficial, tomando tempo de tela de desenvolvimentos que seriam muito mais interessantes, mas não dá pra dizer que é um fracasso completo.

    Os protagonistas, Tom Hanks e Robin Wright, são incríveis como sempre, carismáticos como poucos, e estão rodeados de uma infinidade de coadjuvantes charmosos. É incrível como a tecnologia para rejuvenescer os atores melhorou tremendamente ao longo dos últimos anos (eles parecem mais novos que da primeira vez em que formaram um par), mesmo que ainda não seja 100% realista, uma vez que parecia um filtro de embelezamento pesado na cara deles, por vezes.

    Enquanto isto, a preocupação com o departamento de maquiagem para o envelhecimento de personagens, tão importante para a história, parece ter sido negligenciada várias vezes aqui. Tanto nos momentos que requereriam sutileza na transformação (que era basicamente imperceptível, em vez de sutil), quanto nos que precisariam de algo mais drástico (a Kelly Reilly sendo a maior vítima disto). Talvez tenham confiado nos tais filtros para fazer isto também. E o resultado não foi muito bom.

    Ainda assim, não tem como não deixar de louvar a reconstrução de cada época nos seus detalhes, em que conseguíamos nos situar no tempo vendo os objetos que estavam ao redor dos personagens e acompanhando as mudanças que a sociedade foi vivenciando ao longo das muitas décadas retratadas. Guerras, crises econômicas e pandemias se misturavam às alegrias e tristeza da vida doméstica, do nascimento à morte.

    Onde o filme falhou mesmo foi no roteiro. Passou uns bons vinte minutos até firmar alguma história, meio que apresentando esquetes soltos, e isto fez tudo parecer extremamente sem propósito por longos períodos? Talvez a ambição de apresentar fatias da vida de uma infinidade de pessoas tenha sido um pouco desmedida, até porque tirou o foco da história que realmente importava para passar uma mensagem clara (que só ganha mais peso emocional já no final).

    Mesmo assim, é uma obra experimental no melhor sentido, pois apresenta uma proposta nova para contar as mesmas velhas histórias. E que consegue fazer isto com sucesso. Embora o truque fique velho depois de um tempo e não haja aqui nenhuma história muito extraordinária, talvez seja exatamente este o sentido da coisa toda; mostrar que até nas situações mais banais a vida acontece. Aqui.

  • Separados pelo Casamento (The Break-Up) 578 2.9

    Separados pelo Casamento

  • tombiz
    1 ano atrás

    Que saudades dos anos 2000, hein? Época em que ainda existiam locadoras, Vince Vaughn e Jennifer Aniston eram imensos astros de Hollywood e filmes como "Separados pelo Casamento" rendiam 200 milhões de dólares na bilheteria mundial... E o mais louco é pensar que isso tudo aconteceu há quase vinte anos, embora pareça tão próximo!

    E é a passagem do tempo que inicia os conflitos do filme. Brooke (Jennifer Aniston) e Gary (Vince Vaughn) se apaixonam - sabe-se lá como, porque ela é definitivamente muita areia pro caminhãozinho dele - e descobrem pouco a pouco, com a convivência, que possivelmente não foram feitos um para o outro, pois existem muitas e muitas diferenças simplesmente irreconciliáveis. Mas, tendo investido suas economias numa casa própria, ambos não querem largar aquilo que conquistaram.

    E assim se iniciam as desventuras apresentadas no filme. Como nenhum dos dois quer abrir mão do apartamento, mais da metade da trama fica dedicada às tentativas dos dois lados de expulsar o outro dali para poder usufruir do bem sozinho. Tudo isso feito com aquele ar de comédia típica da época.

    E é uma pena que o filme tenha perdido tanto tempo com isto. Porque a obra brilha de verdade quando mostra um retrato mais realista da vida de casal, em que o drama acaba se sobressaindo. Até porque este filme, lá no fundo, não é uma comédia pastelão, mas sim um ensaio sobre amor, sobre relacionamentos e sobre a arte de desapegar.

    É possível até que tenham percebido isto na montagem, mas as forças dos departamentos comerciais jamais aceitariam que um filme que é um tiro certo como comédia pastelão se tornasse um possível risco de prejuízo caso se tornasse um filme sério. E daí ficamos no meio do caminho.

    Enquanto Brooke e Gary são separados pelo casamento, nós, o público, acabamos sendo separados de uma experiência que poderia ser muito melhor pela tão famigerada viabilidade comercial. This is Hollywood, baby...

  • Aladdin (Aladdin) 1,3K 3.9

    Aladdin

  • tombiz
    1 ano atrás

    Em tempos de "Branca de Neve" (2025), quem recomenda uma adaptação live-action de clássicos da Disney bom amigo não parece ser... Mas minha amiga Natalie pode continuar a respirar tranquila, porque esta daqui certamente foi uma ótima recomendação! "Aladdin" está lá no topo entre as melhores ofertas recentes do estúdio.

    É difícil demais competir com um clássico, mas esta nova adaptação soube explorar caminhos que a tornaram deslumbrante, mesmo que não tenha a mesma pujança do desenho original. Pode não chegar no mesmo nível? De fato. Mas são duas categorias diferentes. Com parâmetros totalmente distintos.

    Temos aqui belíssimos efeitos especiais, visuais estupendos (que figurino incrível e cenografia de encher os olhos, aliás) e as mudanças no roteiro serviram bem ao propósito de atualizar a história. A Jasmine (Naomi Scott), por exemplo, tem aqui muito mais independência como personagem e isto nunca parece artificial, pois as alterações casaram bem com o resto da trama.

    Ao contrário do erro cometido em "Mulan" (2020), aqui fizeram questão de deixar todos os mascotes intocáveis intocados. Temos o tapete mágico que consegue transmitir emoções sem nem ter cara e o encantador macaquinho Abu que nos conquista com seu carisma e brilho próprios. E temos, claro, o Gênio.

    Will Smith era uma incógnita para mim, ainda mais sabendo que ele estaria no papel que um dia foi de Robin Williams, um dos maiores comediantes - e atores, e dubladores e qualquer outra coisa que esse cara fizesse, porque era simplesmente um gênio (sem trocadilhos) - de todos os tempos... E mesmo assim ele está muito bem no papel! Atraente e cativante, ele incorpora um novo gênio que é simplesmente genial. E que teve um papel estendido com muito merecimento, aliás.

    Do campo das performances, não consegui gostar apenas do Jafar da nova versão. Marwan Kenzari está excessivamente afetado, ao mesmo tempo em que simplesmente não tem a mesma verve fascinante que o personagem animado tinha no desenho original. Soou caricato demais até para um filme infantil.

    No fim das contas, seria pretensioso demais dizer que este é possivelmente o melhor remake live-action da Disney? Pelo menos entre os que vi, é definitivamente o melhor disparado. E nem precisou de três desejos para conseguir realizar essa proeza.

  • Matheus Villa 5 anos atrás

    Amg tu sumiu da steam aaaaa aparece lá pra gente jogar um amongzinho com as pocs do grupo

  • Matheus Villa 5 anos atrás

    Essa ainda não vi amigo, muita preguiça do Rhyan Murphy ultimamente kkkk A melhor série dele atualmente é 9-1-1, já viu?
    Tô com muita coisa atrasada aff
    https://bancodeseries.com.br/index.php?action=userPage&uid=1000025892

  • Matheus Villa 5 anos atrás

    Vi sim migo, achei bem mais ou menos, sei se vou continuar não kkk Quero Darkkk