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The Element of Crime - Estados Unidos da América
Sinopse
Fisher chega ao Cairo depois de ter conduzido um inquérito sobre um homicídio na Europa. Ele mal se lembra do que aconteceu e procura a ajuda de uma terapia. Sob hipnose, viaja através da memória e da sua dor... pela Europa.
- só depois fui ver que o filme era do trier, não parece com nada do que eu estou acostumado dele - até gosto de várias coisas, como a narrativa vai se esfacelando, as coisas vão perdendo sentido até virarem um pesadelo - esse filtro de cor é horrível e o filme em si fica aquém ao esperado
"...Esta é a moça desamparada Que ordenhou a vaca com o chifre retorcido Que afugentou o cão que inquietava o gato Que matou o rato que comia o malte Que estava na casa que Jack construiu..."
Muita gente podia ter visto esse filme em 1984 e pensado: esse Lars Von Trier um dia ainda vai ser grande! Não sei até que ponto o Lars de hoje já estava ali: tecnicamente é um filme muito diferente do estilo que o consagrou, mas acho que dá para reconhecer uma certa atmosfera trieriana... De todo modo, ele já mostrava que não era qualquer um. E que fotografia! Fora do expressionismo alemão, não me lembro de ter sentido esse arrebatamento visual com nenhum outro filme (se alguém tiver sugestões de outras obras com uma fotografia dessas elas serão muito bem-vindas).
- só depois fui ver que o filme era do trier, não parece com nada do que eu estou acostumado dele
- até gosto de várias coisas, como a narrativa vai se esfacelando, as coisas vão perdendo sentido até virarem um pesadelo
- esse filtro de cor é horrível e o filme em si fica aquém ao esperado
Que fotografia, meus amigos!
“Sempre procuramos o elemento do crime na sociedade. Por que não procurá-lo na natureza do homem?”
"...Esta é a moça desamparada
Que ordenhou a vaca com o chifre retorcido
Que afugentou o cão que inquietava o gato
Que matou o rato que comia o malte
Que estava na casa que Jack construiu..."
Incrível.
Muita gente podia ter visto esse filme em 1984 e pensado: esse Lars Von Trier um dia ainda vai ser grande! Não sei até que ponto o Lars de hoje já estava ali: tecnicamente é um filme muito diferente do estilo que o consagrou, mas acho que dá para reconhecer uma certa atmosfera trieriana... De todo modo, ele já mostrava que não era qualquer um. E que fotografia! Fora do expressionismo alemão, não me lembro de ter sentido esse arrebatamento visual com nenhum outro filme (se alguém tiver sugestões de outras obras com uma fotografia dessas elas serão muito bem-vindas).