Na Viena de 1907, Olympia é a princesa austríaca que, mesmo tendo sido expulsa da propriedade familiar por indiscrições escandalosas, rejeita o desejo de sua mãe de que ela se case com um príncipe. Em vez disso, ela dirige seus olhares para o engenheiro americano Charlie Foster.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
O ESCÂNDALO DA PRINCESA, é um filme dirigido pelo excelente MICHAEL CURTIZ, em fase terminal de sua áurea carreira, constando grandes obras clássicas para o cinema. Em plena Viena de 1907, a princesa Olympia é uma uma recém-viúva que vive na zona campestre da Áustria. Certo dia, um belo jovem americano passa pelas imediações indo para a capital quando atropela a princesa. A partir deste mote inicial, o roteiro propõe situações inusitadas de romance e comédia. A direção de arte é esplendida e os figurinos são fabulosos. O elenco é repleto de talentos começando pela novíssima e sensual SOPHIA LOREN no papel principal. O também jovem JOHN GAVIN também exala charme e certa dose de ingenuidade. Os veteraníssimos, MAURICE CHEVALIER E ISABEL JEANS, são personagens incríveis, roubam a cena quando aparecem e os melhores diálogos são os que saem da boca deles. Infelizmente, ANGELA LANSBURY está subaproveitada no enredo, tendo de fato, poucos momentos de vilania. Pela boa atriz que era se o roteiro tivesse investido mais em seu personagem, sem dúvida, seu papel crescia. O escândalo da Princesa é uma daqueles filmes gostosos de assistir que, sem sombra de dúvidas, deve ter marcado presença na Sessão da Tarde dos anos 80.
Sophia Loren é um ícone mesmo! S2
Uma comédia romântica do tipo que faz falta hoje em dia, sendo um pouco mais ampla do que o que hoje habitualmente se vê no gênero e nos levando até a refletir um pouco sobre coisas como nobreza, honra, política, e empoderamento feminino. E o pai da protagonista, o príncipe Phillip (Maurice Chevalier), é um personagem maravilhoso.
08/11/2017
chatinho
Lindo filme, e como todo final de filmes antigos, emocionante! E ainda com a maravilhosa Sophia Loren, como não gostar não é mesmo?