O padre Hugh O'Flaherty tomou para si uma missão corajosa e perigosa: ajudar a esconder refugiados durante a Segunda Guerra Mundial. Ele monta uma verdadeira rede de colaboradores em Roma, para evitar que as tropas alemãs prendam e matem ainda mais pessoas. Porém, quando o chefe da polícia nazista, coronel Kappler, descobre, passa a perseguir o clérigo. Além disso, O'Flaherty tem de lidar com a indiferença do Papa Pio XII, que insiste numa suposta "neutralidade" da Igreja.
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Enquanto a Europa inteira pegava fogo com numa guerra sangrenta e devastadora. O Vaticano ficava na miúda...
"O Escarlate e o Negro" de Jerry London conta um pouco dessa história e mostra que nem todos os religiosos aceitavam essa mordaça de seda nos lábios.
Gregory Peck X Christopher Plummer.
Monsenhor Boxeador X General Nazista.
Vaticano, Papa, resistência macarronada, a coisa é tensa!
Historicamente tudo isso é um mistério, mas o filme do London, faz você até se divertir com o Monsenhor Hugh O'Flaherty, que além de boxeador, era um mestre dos disfarces! Freira, catador e até de nazista o santo homem mitou pros nazistas, coisa que deixava o tenente coronel, ou melhor o SS-Obersturmbannführer Herbert Kappler doido. A padre era mó boa pinta, bem relacionado e ajudava todo mundo na resistência Canelone contra o alemães.
O filme é muito bom, o Gregório tá foda no personagem e o Christopher Plummer é foda! Tem uma italianada no elenco, mas o filme é todo deles!
Na trama o SS-Obersturmbannführer Herbert Kappler, fica loco pra saber que está ajudando a resistência Nhoc e quando descobre que é Monsenhor O'Flaherty, bicho fica arrumando um jeito de pegar Monsenhor, mas só leva molho dele. Tem cenas tensas, corre corre, diálogos ácidos, mas também tem momentos hilarios dos disfarces que O'Flaherty usa. O Gregório é alto, troncudo e fica desesnconsado com qualquer coisa que ele vista.
No filme tem o lance da tinta branca em volta da Praça de São Pedro, limitando a SS de agir nela e o Monsenhor faz a festa. Era um pega pega loco entre os guardas da SS e O'Flaherty e a praça era o pique.
O final é muito bom, além do arrego do tenente coronel ou o nome grande da desgraça SS-Obersturmbannführer Herbert Kappler, teve o perdão do Monsenhor, fazendo do SS-Obersturmbannführer católico, mas na historia real, a coisa foi mais tensa.
"O Escarlate e o Negro" é um grande filme! A história é tensa, a direção é competente, o Gregório e o Plummer arrebentam e as cenas são muito bem feitas.
Roma é um sonho. Confesso que ver essa cidade toda escura pela ocupação é foda. Mas aconteceu, e o filme e a época da produção, conseguiram passar bem o clima trevoso que deve ter sido. Gostei bastante de ter conhecido a obra.
O que já era de conhecimento na época, é que o Papa Piu XII ficou calado em meio a todas as atrocidades que eram cometidas. Porém, tem-se como fato comprovado nos dias de hoje, que o Papa também ajudou a salvar milhares de judeus durante a guerra por baixo dos panos. Duvido muito que este filme consiga desvendar esta dualidade do papa, seus motivos e medos. Não assisti ao filme, mas imagino que conte com um roteiro datado.
Filmaço! "O Escarlate e o Negro", de 1983, como intenso drama épico de guerra é simplesmente extraordinário. Requisitos como inteligência, coragem, fibra, persistência, reflexão e solidariedade são imprescindíveis para lutar contra qualquer tipo de sistema opressor, em qualquer época. Gregory Peck numa de suas melhores interpretações, nos remete à uma visão alternativa da "neutralidade" católica durante a 2ª Guerra e o holocausto. Christopher Plummer também arrasou no quesito atuação e o elenco de apoio não decepcionou.
Disponível no Youtube.
Excelente minissérie sobre uma página quase esquecida da 2a Guerra Mundial, valorizada pelo fantástico duelo de interpretações entre Peck e Plummer!
Um excelente filme... que grande atuação do Gregory Peck e do Christopher Plummer!!!! Recomendo!!!