O Esquema Fenício

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O Esquema Fenício (2025)
The Phoenician Scheme
Média do filme: 3.1 de 5 — baseado em 630 votos
MÉDIAFILMOW
3.1
630 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Wes Anderson (I)
Data de lançamento 27 Maio 2025 Outras datas
Duração 101 min (1h41)
Classificação indicativa de O Esquema Fenício: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

27 Maio 2025

Duração

101 minutos Classificação indicativa de O Esquema Fenício: 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
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Sinopse

O excêntrico magnata Zsa-zsa Korda já sobreviveu a seis acidentes de avião e é pai de nove filhos homens e uma única menina, a freira Liesl. Ele determina que ela seja a única herdeira de seu patrimônio, mas antes, pede a ajuda da filha para garantir que seu projeto de vida saia do papel, o "Korda Land and Sea Phoenician Infrasctructure Scheme". Agora, eles precisarão viajar pelo mundo acompanhados pelo ingênuo tutor Bjorn negociar com empresários, empreiteiros e criminosos perigosos, confundindo-os sobre suas intenções para afastá-los do esquema.

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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
alexandrevieiraale
Alexandre Vieira
3 dias atrás

Ao transformar o intervencionismo e a geopolítica de rapina em um diorama estético impecável, *O Esquema Fenício* nos presenteia com o retrato definitivo da soberba imperialista moderna.

Wes Anderson desenha a cartografia de um mundo onde magnatas intocáveis tratam nações estrangeiras, fronteiras e vidas alheias como meros peões em seus tabuleiros de exploração particular.

A genialidade sínica do filme reside justamente em empacotar a sanha neocolonial e os golpes de estado sob paletas pastéis e enquadramentos milimetricamente simétricos.

É o imperialismo gourmetizado: atentados, espionagem industrial e espoliação de recursos naturais tornam-se aceitáveis, charmosos e digeríveis desde que executados por oligarcas de terno impecável.

Afinal, a grande piada geopolítica da obra é expor como o Norte Global consome o caos que ele próprio financia, aplaudindo a destruição de territórios distantes transformados em elegantes cartões-postais de miniatura.

zanilo
Zanilo
½
5 dias atrás

Um paradigma, filme frenético e ao mesmo tempo entediante.

Menos personagens e mais destaques para suas exentricidades e cismos iam focar melhor a narrativa, que se perde em sonhos de pós morte, explicações econômicas como se o professor tivesse cheirado cocaína e praticamente uma sucessão de eventos que fariam inveja ao desventuras em série.

editado
arthursdl
Arthur Lima
1 mês atrás

É praticamente unânime que esse seja um filme de 3 estrelas.

eliezerluga
Eliezer
½
1 mês atrás

Wes Anderson segue um mestre em composição visual , em encantar o olhar com suas cores e enquadramentos milimetricamente simétricos mas em termos narrativos seus filmes ou perderam o frescor ou já não geram mais interesse. O esquema Fenício é um exemplar bem esquecível e pouco inspirado na filmografia do diretor, algo que aliás tem sido bem corriqueiro. O excesso de personagens cansa e a velocidade da trama também Todavia acredito que Anderson ainda deva entregar em breve coisa boa, mera intuição pois nada indica isso.

diegoferrreira
Diego Ferreira
½
1 mês atrás

Se existe um cineasta contemporâneo instantaneamente reconhecível em meio a tantos outros, esse cineasta é Wes Anderson. Seu estilo visual, nisso todos concordam, é simplesmente inimitável. Com O Esquema Fenício, Anderson dá continuidade ao seu universo particular, feito de quadros milimétricos, cores pastel e diálogos esotéricos. Seus últimos filmes lembravam quase partituras orquestrais, com uma polifonia de personagens dividindo a cena de forma por vezes impressionante; aqui, porém, o cineasta coloca essa estética a serviço de um roteiro mais direto, mais concreto.

Continuo seduzido pela sua capacidade de reinventar a própria linguagem visual, revelando facetas novas dela a cada filme. Não é tarefa simples traduzir em palavras a variação que Anderson propõe desta vez. Algo se transforma na maneira como os atores ocupam o espaço e, por consequência, na maneira como os personagens se relacionam entre si.

A cena inicial entre pai e filha ilustra bem esse ponto: é um momento particularmente bem-sucedido, e a sequência inteira permanece inventiva do começo ao fim. Acompanhamos, ao longo do filme, uma trama cativante, na qual pai e filha, ainda reconstruindo os laços entre si, precisam convencer uma série de pessoas a investir financeiramente em seu projeto.
As negociações se complicam tanto pela fragilidade dessa relação recém-retomada quanto pela presença de assassinos decididos a eliminar o patriarca. O resultado é uma sucessão de cenas peculiares, absurdas e bem cadenciadas, que jamais deixam o espectador entediado.

O tom é leve, e o humor sombrio funciona com eficiência, arrancando risos e sorrisos do início ao fim sem nunca beirar o hilariante. Um elenco extravagante sustenta esse equilíbrio com naturalidade: Benicio del Toro, Mia Threapleton, Michael Cera, Tom Hanks, Bryan Cranston, Riz Ahmed, Mathieu Amalric, Jeffrey Wright, Scarlett Johansson, Benedict Cumberbatch e Bill Murray formam uma galeria de personagens cujas interações ganham vida através de diálogos artificialmente naturais. No plano formal, a realização do cineasta beira a perfeição.

Sua encenação obsessiva recompensa o espectador, como sempre, com travellings, closes precisos e movimentos de câmera calculados ao milímetro. Sua mania por simetria e composição faz de cada plano, impecavelmente enquadrado, uma pequena cena animada, sem qualquer sombra fora do lugar.
A fotografia é deslumbrante, valorizada por cenários suntuosos, adereços dispostos com evidente cuidado e uma paleta cromática vibrante. A esse conjunto somam-se sequências em preto e branco, sonhos estranhos que parecem se desenrolar na vida após a morte, no Paraíso: momentos surpreendentes e inéditos na filmografia de Anderson, prova de que o cineasta ainda guarda algo capaz de nos surpreender.

Esse universo visual esplêndido é acompanhado por uma trilha sonora original, cujas composições melodiosas se integram bem à atmosfera do filme, sem se tornarem particularmente marcantes. O desfecho é satisfatório e encerra com justiça O Esquema Fenício: um longa-metragem que passa o tempo com prazer e uma obra que merece, sem dúvida, ser apreciada.

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Elenco de O Esquema Fenício

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Benedict Cumberbatch 354 8,1K

Benedict Cumberbatch

(Tio Nubar)
Benicio Del Toro 59 2,1K

Benicio Del Toro

(Zsa-zsa Korda)
Scarlett Johansson 449 15K

Scarlett Johansson

(Prima Hilda)
Tom Hanks 239 17K

Tom Hanks

(Leland)
Willem Dafoe 123 2,7K

Willem Dafoe

(Kanve)
Antonia Desplat 0 1

Antonia Desplat

(Segunda Esposa)

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