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Army of Shadows - Estados Unidos da América
Sinopse
Philippe Gerbier, membro da resistência gaulesa durante a ocupação nazista, é levado em outubro de 1942 para um campo francês e transferido para o quartel-general da Gestapo, em Paris. Ao fugir para Marselha, procura por seu traidor.
Passado durante a ocupação alemã nazista na França sob o Regime de Vichy, na Segunda Guerra Mundial, este belo e melancólico filme conta a história dos membros da Resistência Francesa de maneira nada heroica ou romântica. Pelo contrário, a fim de combater a crueldade do exército de Hitler, essas pessoas precisavam utilizar métodos igualmente cruéis, porém, escondidas nas sombras da clandestinidade e da civilização. De fotografia bela mas fria, a trama pouco se estende e oferece um ritmo lento que pode, por vezes, enfadar o telespectador. Mas o recado de esperança em dias melhores foi dado, mesmo com o sabor amargo da banalidade da morte imposto pelo nazifascismo.
- realmente faz jus ao nome, um filme sobre a guerra que não é lutada nos campos de batalhas, mas dos civis, que lutam as escondidas para deter um regime fascista - me remeteu em vários momentos a filmes brasileiros sobre a ditadura militar - de uma execução sublime, toda a parte técnica é impecável e atuações muito inspiradas. surpreendido com algumas movimentações de câmera e uma fotografia de encher os olhos - o ponto principal do filme é muito bem trabalho, o que fazer quando um amigo é capturado?
A primeira parte do filme conhecemos o grupo da resistência e seus líderes, eles são transportados de submarino, pulam de paraquedas, tudo isso para escapar dos nazistas, a segunda parte eles começam a ser pegos e começa o dilema, depois de serem torturados eles vão entregar os próprios companheiros ou tirar a própria vida com as famosas pilulas de cianureto? tudo isso se torna mais agravante quando ameaçam matar a filha de Mathilde que era uma espécie de líder logística e mestre de disfarces do bando, eles tem que tomar uma decisão de tirar a vida da própria companheira que sempre os ajudou e salvou a vida de vários membros, no final conhecemos o destino de todos os membros e de que toda a luta foi em vão, não é um filme movimentado mas ele se sustenta pelo roteiro, atuações e todas as suas qualidades técnicas.
O Exército das Sombras é mais uma obra-prima do grande Jean-Pierre Melville. O apuro técnico é embasbacante e o filme é praticamente impecável em todos os quesitos, como direção, fotografia, atuações e trilha sonora. É um filme que retrata uma realidade extremamente difícil em que os personagens sempre se deparam com dilemas. A lealdade, a persistência, a coragem são realçados, mas também o medo, a frieza e a insegurança são retratados de forma bem realista. É um filme que enaltece a coragem daquelas pessoas, mas ao mesmo tempo não romantiza em nada e humaniza muito cada personagem. O Exército das Sombras possui toda a maestria sutil do Melville em inúmeras cenas que certamente ficarão em sua memória e com certeza vale muito a pena ser visto.
L'Armée des Ombres consegue com maestria retratar a época da resistência francesa, e da conveniência do governo francês perante a tantas atrocidades contra seu povo. Melville consegue nos deixar com um sentimento grande de repudio contra o nazismo.
Passado durante a ocupação alemã nazista na França sob o Regime de Vichy, na Segunda Guerra Mundial, este belo e melancólico filme conta a história dos membros da Resistência Francesa de maneira nada heroica ou romântica. Pelo contrário, a fim de combater a crueldade do exército de Hitler, essas pessoas precisavam utilizar métodos igualmente cruéis, porém, escondidas nas sombras da clandestinidade e da civilização. De fotografia bela mas fria, a trama pouco se estende e oferece um ritmo lento que pode, por vezes, enfadar o telespectador. Mas o recado de esperança em dias melhores foi dado, mesmo com o sabor amargo da banalidade da morte imposto pelo nazifascismo.
- realmente faz jus ao nome, um filme sobre a guerra que não é lutada nos campos de batalhas, mas dos civis, que lutam as escondidas para deter um regime fascista
- me remeteu em vários momentos a filmes brasileiros sobre a ditadura militar
- de uma execução sublime, toda a parte técnica é impecável e atuações muito inspiradas. surpreendido com algumas movimentações de câmera e uma fotografia de encher os olhos
- o ponto principal do filme é muito bem trabalho, o que fazer quando um amigo é capturado?
A primeira parte do filme conhecemos o grupo da resistência e seus líderes, eles são transportados de submarino, pulam de paraquedas, tudo isso para escapar dos nazistas, a segunda parte eles começam a ser pegos e começa o dilema, depois de serem torturados eles vão entregar os próprios companheiros ou tirar a própria vida com as famosas pilulas de cianureto? tudo isso se torna mais agravante quando ameaçam matar a filha de Mathilde que era uma espécie de líder logística e mestre de disfarces do bando, eles tem que tomar uma decisão de tirar a vida da própria companheira que sempre os ajudou e salvou a vida de vários membros, no final conhecemos o destino de todos os membros e de que toda a luta foi em vão, não é um filme movimentado mas ele se sustenta pelo roteiro, atuações e todas as suas qualidades técnicas.
O Exército das Sombras é mais uma obra-prima do grande Jean-Pierre Melville. O apuro técnico é embasbacante e o filme é praticamente impecável em todos os quesitos, como direção, fotografia, atuações e trilha sonora. É um filme que retrata uma realidade extremamente difícil em que os personagens sempre se deparam com dilemas. A lealdade, a persistência, a coragem são realçados, mas também o medo, a frieza e a insegurança são retratados de forma bem realista. É um filme que enaltece a coragem daquelas pessoas, mas ao mesmo tempo não romantiza em nada e humaniza muito cada personagem. O Exército das Sombras possui toda a maestria sutil do Melville em inúmeras cenas que certamente ficarão em sua memória e com certeza vale muito a pena ser visto.
Um filme esteticamente impecável.
L'Armée des Ombres consegue com maestria retratar a época da resistência francesa, e da conveniência do governo francês perante a tantas atrocidades contra seu povo. Melville consegue nos deixar com um sentimento grande de repudio contra o nazismo.