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Data de lançamento
25 Jan. 2015Duração
Na década de 60, o psicólogo Stanley Milgram (Peter Sarsgaard) se tornou conhecido pelos seus experimentos de obediência, inspirados pelos eventos do Holocausto. Em seu trabalho, pessoas comuns eram levadas a dar o que acreditavam serem dolorosos choques elétricos em outras pessoas, mesmo quando escutavam gritos de dor.
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Sem dúvida o filme tem uma premissa interessante, o roteiro é provocador e perturbador, abordando de forma biográfica a experiência psicológica criada por Stanley Milgram sobre obediência à autoridade... A narrativa mostra como pessoas comuns podem ser levadas a cometer atos que normalmente considerariam inaceitáveis quando recebem ordens de uma figura de autoridade e o ponto forte está justamente no desconforto provocado e na reflexão sobre comportamento humano, responsabilidade e pressão social... Porém o enredo se desenvolve num ritmo um pouco lento e a trama foca excessivamente no aspecto experimental, deixando um pouco cansativo de assistir... Mas a proposta é relevante, inteligente e capaz de deixar o espectador pensando sobre até onde alguém é capaz de obedecer antes de questionar suas próprias convicções... Eu recomendo a fim de adquirir um conhecimento diferente, mas alerto sobre a necessidade de ter paciência pra ir até o fim.
Chato d+! Na segunda metade do filme e principalmente nos últimos minutos torci para acabar logo. Eu não recomendaria a ninguém. A ideia sobre o estudo da "obediência" é até legal, mas o filme é chato d+!
06/12/24
Filme interessante.
É visível a falta de recursos na produção, porém falto algo no roteiro, principalmente na segunda parte. Nem sempre o cinismo é algo realmente divertido de assistir durante 90 minutos.
O experimento de Milgram mostra que pessoas comuns, condicionadas pelo sistema, são capazes de torturar e até matar apenas pela obediência cega e cumprimento do dever. Isso explica porque soldados matam nas guerras, pessoas se afiliaram ao partido nazista e alguns, num país chamado Brasil, clamam por ditadura militar. Penso nesses como os "cidadãos de bem", a Ratched de "Um estranho no ninho", os conservadores, fanáticos religiosos, os burocratas, agentes do sistema que ajudam a manter tudo como é. Como disse Morpheus à Neo em Matrix: "Você precisa entender, a maioria destas pessoas não está preparada para despertar. E muitas delas estão tão inertes, tão desesperadamente dependentes do sistema, que irão lutar para protegê-lo."