Dirigido por
Duração
Lon Chaney Jr., conhecido por seus papéis como Lobisomem e Frankenstein, estrela como Conde Alucard, o sanguinolento filho do famoso vampiro da Transilvânia. Quando Katherine (Louise Allbritton), uma bela garota do sul obcecada por pensamentos sobre a vida eterna, convida o conde para sua mansão nos Estados Unidos, ela abre uma caixa de pandora do maldoso conde. Juntos eles procuram saciar sua sede por sangue humano com assassinatos noturnos, nessa experiência no gênero de terror dirigida por Robert Siodmak.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Son Of Dracula 1943 no Brasil O Filho de Drácula é fraco demais, nem a presença de Lon Chaney Jr., sempre competente, foi capaz de fazer esse filme ser aceitável, em grande parte por causa desse final, que acaba sendo bem frustrante e sem impacto.
Frank Stanley simplesmente destrói Dracula (Lon Chaney Jr.), porém Katherine (Louise Allbritton) não sobrevive, sendo que em alguns filmes, quando se mata o "mestre", os outros voltam ao normal, e ele simplesmente a queima também, o que deixa a cena ainda mais seca e sem emoção nenhuma. Pensei em um final parecido, mas com alguma mudança, talvez ele ficando com a irmã de Kay, Claire (Evelyn Ankers), porém nem foi sugerido isso no final, o filme simplesmente acaba com ele matando ambas e um silêncio profundo, inclusive ele nem deve ter se livrado de tirar mais uns dias no X, do jeito que as coisas aconteceram e pela quantidade de coisa que rolou.
O filme não é bom, mas poderia ter sido menos pior, tem um bom clima em alguns momentos e uma premissa diferente com a Kay querendo ser uma vampira, e isso por si só já é uma novidade, ainda mais para a época, porque normalmente os personagens querem se livrar da maldição, e não o contrário, então tinha espaço para fazer algo mais interessante com essa ideia. Porém, a execução é fraca, o ritmo é lento demais em várias partes, e principalmente o final deixa muito a desejar, parece que faltou desenvolver melhor as ideias que o próprio filme apresenta, e tudo termina de um jeito muito rápido.
E ainda por cima, não é mencionado que Alucard é filho de Dracula, eles o tratam como Dracula mesmo ou Alucard, que é seu nome de trás pra frente, que ele usou pra ludibriar geral, mas não durou muito, porque rapidamente percebem quem ele realmente é, e isso também poderia ter sido melhor aproveitado dentro da história, principalmente para criar mais mistério ou alguma revelação mais impactante.
Assistido em 12/03/2026
O diretor alemão Robert Siodmak ficou conhecido por sua colaboração em importantes clássicos do film-noir, só que esse thriller de horror B é um dos menos aclamados do cineasta. Lon Chaney Jr é o protagonista nesse "O Filho de Drácula", de 1943.
Tecnicamente, é uma produção irregular e com um roteiro mal executado. A lentidão na trama novelesca chega a atrapalhar o desenrolar da sinistra história, vagamente baseada no romance fictício de Bram Stoker.
O filme é ruim? Não, a atmosfera sombria, os cenários, a bizarra caracterização de Chaney Jr como o personagem até que diverte o expectador que curte o gênero trash das antigas.
Vale como passatempo com avaliação duas estrelas.
Chaaaaaaaato
O lobisomem vampiro kkk
Mesmo com vários defeitos, gostei deste filme. Além dos efeitos especiais muito bons (para a época, claro), a atmosfera é boa e a caracterização dos atores equilibra algumas atuações apagadas. Pena que uma dessas atuações mais fracas seja justamente a do Lon Chaney, mas não a ponto de ser ruim. O que realmente me incomodou foi a lentidão de raciocínio dos personagens e, nessa mesma linha, o modo como eles deixavam de tomar atitudes óbvias.