O Filho Uruguaio conta a história dos últimos momentos de uma longa investigação liderada por uma mãe francesa cujo filho, de 5 anos, na época, foi sequestrado pelo ex-marido para morar no Uruguai. Apesar da morte de seu pai, o menino continua a viver com sua tia e avó. Essa mãe desesperada (interpretada por Isabelle Carrée) conseguiu convencer Medhi (Ramzy Bedia) a acompanhá-la em sua missão de última chance. Determinadas a trazê-lo de volta à França para que ele possa encontrar sua mãe, 4 anos após seu sequestro, seu plano inicial não será tão simples. Um relato comovente de uma situação revoltante, O Filho Uruguaio consegue fazer as perguntas certas sobre a vida desse jovem garoto cujas referências agora estão estabelecidas no Uruguai. Como trazê-lo de volta à França sem perturbá-lo, ou mesmo traumatizá-lo? É, portanto, em torno dessa questão que a história vai girar. O filme consegue, ao fazer-nos viver uma grande parte do filme, por meio dos olhos de Medhi, manter-nos num equilíbrio sentimental instável, tocado tanto pelo desespero dessa mãe que tanto sofreu, como pela alegria dessa família que soube reconstruir-se após a morte do pai. De fato, como Medhi, convencido da retidão da causa que ela apoia, veremos nossos princípios questionados após o encontro com Felipe e sua família uruguaia. Um equilíbrio precário e um exercício complexo que são, por isso, os grandes sucessos desse filme. Realizado pela dupla Isabelle Carré e Ramzy Bedia, o filme, falando de uma história comovente é uma obra prima.
O filho uruguaio (Une Vie Ailleurs) Uruguai/França - 2017 - visto no dia 11.07.20 Apesar de ser um tema batido, gostei da trama e seu desenrolar, apesar de ter furos narrativos. A história é simples, mas que consegue cativar e prender o público que gosta desse tipo de drama: maternidade, e sua reflexão, e além da busca de respostas sobre o filho. A fotografia é belíssima retratando Uruguai e suas cidades como nunca vi antes (primeiro filme do Uruguai que vejo, mesmo sendo em parceria com a França), o menino Felipe muito bem interpretado pelo ator mirim Dylan Cortes, Mehdi por (Ramzy Bedia). Isabelle interpretou muito bem a protagonista, mas não senti nenhuma simpatia pela personagem: parece uma pessoa
totalmente desequilibrada, afobada, que queria roubar o menino de qualquer jeito sem pensar nas consequências. Uma mulher manipuladora, mas ela estampa muito bem o desespero, a dor de
uma mãe longe do filho. Mehdi é um cara carismático mas muito mal construído, é um personagem vazio que só serviu como suporte simples na narrativa toda, nem a sua função foi deixado clara na história, se não fosse um de seus diálogos nós nem iríamos saber o que ele faz, nem o básico. O restante dos personagens são vazios, na verdade ninguém é aprofundado, nem psicologicamente, nem tendo uma história e nem responderam várias perguntas que ficaram no ar, nem um dos arcos fundamentais do passado foi retratado, sim só comentado de forma curta. Outra coisa que estranhei é a facilidade em certas partes:
O menino corre, desaparece e toda vez é facilmente encontrado
, independente no lugar que ele foi, isso pode acontecer mas todas as vezes em várias ocasiões é esquisito. O legal mesmo além dos cenários, fotografia, é a
e só, o final é até bonito, mas muitas coisas não tiveram resposta. Para um filme baseado em fatos reais, não foi suficiente eficaz em sua proposta, mas traz certas reflexões pelo menos. Nota: 6,0
Não consegui me compadecer com a protagonista, acredito que tenha faltado mais profundidade ao personagem por se tratar de uma história em um período temporal super especifico da vida da personagem. Que show de atuação do garotinho!
O Filho Uruguaio conta a história dos últimos momentos de uma longa investigação liderada por uma mãe francesa cujo filho, de 5 anos, na época, foi sequestrado pelo ex-marido para morar no Uruguai. Apesar da morte de seu pai, o menino continua a viver com sua tia e avó. Essa mãe desesperada (interpretada por Isabelle Carrée) conseguiu convencer Medhi (Ramzy Bedia) a acompanhá-la em sua missão de última chance. Determinadas a trazê-lo de volta à França para que ele possa encontrar sua mãe, 4 anos após seu sequestro, seu plano inicial não será tão simples. Um relato comovente de uma situação revoltante, O Filho Uruguaio consegue fazer as perguntas certas sobre a vida desse jovem garoto cujas referências agora estão estabelecidas no Uruguai. Como trazê-lo de volta à França sem perturbá-lo, ou mesmo traumatizá-lo? É, portanto, em torno dessa questão que a história vai girar. O filme consegue, ao fazer-nos viver uma grande parte do filme, por meio dos olhos de Medhi, manter-nos num equilíbrio sentimental instável, tocado tanto pelo desespero dessa mãe que tanto sofreu, como pela alegria dessa família que soube reconstruir-se após a morte do pai. De fato, como Medhi, convencido da retidão da causa que ela apoia, veremos nossos princípios questionados após o encontro com Felipe e sua família uruguaia. Um equilíbrio precário e um exercício complexo que são, por isso, os grandes sucessos desse filme. Realizado pela dupla Isabelle Carré e Ramzy Bedia, o filme, falando de uma história comovente é uma obra prima.
Um filme complexo, de relações familiares problemáticos, a temática é boa, mas não me pegou, acabei não dando muito atenção.
O filho uruguaio (Une Vie Ailleurs) Uruguai/França - 2017 - visto no dia 11.07.20
Apesar de ser um tema batido, gostei da trama e seu desenrolar, apesar de ter furos narrativos. A história é simples, mas que consegue cativar e prender o público que gosta desse tipo de drama: maternidade, e sua reflexão, e além da busca de respostas sobre o filho. A fotografia é belíssima retratando Uruguai e suas cidades como nunca vi antes (primeiro filme do Uruguai que vejo, mesmo sendo em parceria com a França), o menino Felipe muito bem interpretado pelo ator mirim Dylan Cortes, Mehdi por (Ramzy Bedia). Isabelle interpretou muito bem a protagonista, mas não senti nenhuma simpatia pela personagem: parece uma pessoa
totalmente desequilibrada, afobada, que queria roubar o menino de qualquer jeito sem pensar nas consequências. Uma mulher manipuladora, mas ela estampa muito bem o desespero, a dor de
O menino corre, desaparece e toda vez é facilmente encontrado
trajetória da mãe e do Mehdi em buscar o menino
Para um filme baseado em fatos reais, não foi suficiente eficaz em sua proposta, mas traz certas reflexões pelo menos.
Nota: 6,0
O filme é bom, e o desespero da mãe totalmente justificável, mas ainda assim me peguei torcendo contra...vai (me) entender. Nota 7,0.
Não consegui me compadecer com a protagonista, acredito que tenha faltado mais profundidade ao personagem por se tratar de uma história em um período temporal super especifico da vida da personagem. Que show de atuação do garotinho!