Dr. Bernard Adrian é um cientista que gentilmente tenta curar a pólio de uma jovem. Ele precisa de líquido espinal de um ser humano para completar a fórmula de seu soro experimental. Enquanto isso, um macaco de circo fugiu e está aterrorizando as pessoas das cidades.
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Um daqueles filmes que encantam e divertem pela precariedade da produção em uma época que quase não havia recursos para efeitos especiais, com um homem vestido de gorila que para nossos olhos atuais é fake ao extremo.
Enredo com clichês, narrativa curta e que desperta relativo interesse pela presença do icônico Boris Karloff.
"O gorila matador" (The ape, 1940) legendado https://www.youtube.com/watch?v=2R5H-YI3zCg
Drama de terror dirigido por William Nigh (1881-1955), co-escrito pelo alemão Curt Siodmak (1902-2000) e estrelado por Boris Karloff (1887-1969). O filme foi baseado em uma peça homônima de Adam Hull Shirk (1887-1931). Este filme é uma versão de A casa do mistério (34), do mesmo diretor, também adaptado da peça de Shirk. O filme final do contrato de 6 filmes de Boris Karloff com a Monogram Pictures.
O traje do macaco é tão bobo quanto a trama. Não é um dos principais esforços de Karloff, este provavelmente agradará apenas seus admiradores mais ardentes e fanáticos. Ruim como quase todos os outros filmes de cientistas loucos de Boris Karloff, mas igualmente divertido em alguns momentos. Não dá de levar a sério filmes em que os gorilas são pessoas vestindo a fantasia do animal como era muito comum nos anos 40 e 50.
Só valeu assistir por ser um filme antigão e pela presença de Boris Karloff. A história é mais um dramalhão do que outra coisa, mas pelo menos só dura 62 minutos (e mesmo assim cansa um pouco). Karloff faz uma mistura de cientista gentil, bondoso, excêntrico e louco. Seu empenho em querer curar a Frances, custe o que custar, é interessante.
É um bom filme mais a estória é um pouco confusa . Acredito ter entendido o filme e o porque do médico se fantasiar ....