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Duração
No início da colonização portuguesa, a terra era dominada pela força do índio e a habilidade do conquistador. A vida era bruta e difícil, aliando naturais e colonizadores para a luta comum. Dom Antônio Mariz era um desses fidalgos encarregados, pela Coroa Portuguesa, de fiscalizar a nova terra. Sua linda filha Cecília o acompanhava na tarefa, vivendo em meio aos galanteios de jovens administradores da Colônia e a admiração dos naturais. Por um deles, um índio inculto e pagão, Cecília se apaixona. Seu nome é Peri e pertence à tribo Aymoré. A jovem é correspondida, mas o índio tem rivais. Um deles é Dom Álvaro de Sá, que, por sua vez, é amado por Isabel, prima de Cecília. Durante uma caçada, Dom Diogo, irmão de Cecília, inadvertidamente mata uma índia Aymoré. Os guerreiros da tribo juram vingança.
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01.05.2003
David Cardoso de índio está mais vestido que em muitos filmes dele, kkkkk. O filme é longo arrastado e irregular. Leva uns pontinhos pelas lindas locações. Nota 4,0.
Vi numa versão tosca.Prova viva de que David Cardoso não fazia só pornochanchada.
Figurino alugado de loja de fantasias e direção de novela mexicana.
Hehe. Me surpreendi com o áudio e a trilha sonora. Funcionaram
melhor do que a atuação e a direção juntas.
Peri, o Rambo brasileiro, parece um robozinho e a Cecília parece a
princesa Peach do Mario. Haha
DivertidINHO! Mas nem chega perto da beleza da obra de José de Alencar.
Apesar de possuir uma edição deteriorada do romance original aqui em casa, não me dignei ainda a lê-lo. Depois desta versão irregular e bem-intencionada (por incrível que pareça!), sinto-me mais do que na obrigação! Como um filme que tinha tudo para dar errado (e, de fato, dá) pode ser tão sedutor assim mesmo?! David Cardoso, obviamente, está completamente deslocado num papel que exige muita entregue dramática e a intérprete de Cecília é nula, mas os personagens secundários levam a sério a encenação do romance, da mesma forma que o enredo adapta e condensa bem a trama, numa comparação imediata com a pífia versão posterior da Norma Bengell e com a exitosa série de TV exibida pela Manchete há alguns anos... O uso da música original de Carlos Gomes é acertadíssimo, dotando o filme do ritmo operístico que ele precisa, não obstante a montagem ruim prejudicar o pretenso ritmo aventuresco dalgumas seqüências. Romanticamente (no sentido afetivo do termo), ele é deveras defeituoso também, mas, enquanto trama essencialmente brasileira, o filme é digno de ser revisto e indicado a outrem. É cansativo, tem uma fotografia irregular (mas positiva) e erra muito, mas se esforça e cumpre o difícil papel de levar às telas uma estória difícil e repleta de personagens e intrigas. Apesar de não ter gostado da direção do Fauzi Mansur aqui, este é um nome que merece mais atenção... (WPC>)