Michael Griffin, um assassino invisível que se tornou um criminoso insano como resultado de um soro experimental de invisibilidade que está deixando-o louco enquanto o leva a uma morte lenta e dolorosa. Maggie Dalton uma bela e brilhante pesquisadora bióloga é a única pessoa que pode mantê-lo vivo, mas quando o governo a usa como isca para atrair Griffin, ela tem que contar com a ajuda de Frank Turner, um detetive de homicídios de Seattle para protegê-la. Enquanto Griffin fica ainda mais perigoso e fora de controle, Turner só tem uma chance para manter Maggie viva: ele deve tomar o soro da invisibilidade e se tornar um homem sem sombra. Duas vezes mais ação, duas vezes mais suspense e duas vezes mais terror quando os dois homens sem sombra ficam cara-a-cara na espetacular batalha final.
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⚠️ Alerta de spoiler: Se você você não viu esse filme, corra daqui.
Direto para as prateleiras da Blockbuster e dos supermercados, "O Homem Sem Sombra 2" (2006) é dessas pragas ruins de sequência que a gente precisa tomar cuidado até para comentar. Com a direção de comercial de açougue do Claudio Fäh, o filme pega as partes ruins da obra do Verhoeven e injeta doses cavalares de pura merda visual. Transformaram a invisibilidade — que no clássico de H.G. Wells é uma metáfora sobre a corrupção e o poder — num truque de mágica barato, em um roteiro que parece ter sido escrito no papel higiênico de banheiro de bar.
Christian Slater — que devia estar devendo o aluguel do mês — aceita virar um soldado invisível do governo. Só que o soro do capeta tem um efeito colateral: ele mata o sujeito em dor agonizante se não tomar um tal de "estabilizador". Aí o filme vira um corre-corre de orçamento de fome, gravado tudo de noite para economizar no cenário, com o Slater caçando uma médica e sendo perseguido por um detetive genérico com cara de quem errou o estúdio de gravação.
O troço é tão vagabundo que o Slater nem precisou dar as caras no set direito, já que o personagem passa 90% do tempo invisível. E o CGI? Ah, meu amigo... se o primeiro filme do Verhoeven tentou revolucionar nos anos 2000, essa aberração de 2006 usa uns efeitos gráficos que parecem feitos no PlayStation 2. A luta final na chuva são dois bonecos de massa borrada se batendo no escuro.
Para coroar a desgraça, o detetive se injeta com o soro para lutar pau a pau e o resultado é apavorante. "O Homem Sem Sombra 2" é um filme tão fuleiro, tão descartável e tão murcho que você não precisa nem ver o final. Acho que não é nem certo dizer que esse filme é um caça-níqueis. "O Homem Sem Sombra 2" é um pré-filme, uma produção guia, desses testes que o diretor apresenta pro estúdio aprovar. Mas de forma misteriosa, sem querer, acabou sendo lançado pelo estagiário — que só podia estar completamente bêbado.
Ignorado pela crítica, com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, piada na roda de fãs de filmes B, horror da prateleira de baixo nas locadoras e R$ 9,90 no cesto de liquidação das Casas Bahia.
Continuação frustrante, com uma conexão muito frágil com o primeiro filme e sem contar com o retorno de nenhum dos personagens anteriores. Além disso abandona o horror psicológico no laboratório para focar em uma trama de ação mais genérica com o homem invisível tendo que correr contra o tempo atrás de um antídoto para sua invisibilidade que se tornou tóxica.
Mas o pior foi a queda absurda na qualidade dos efeitos visuais que foram o grande destaque do filme original. Desta vez tudo é feito da forma mais tosca e amadora possível, deixando nítido o orçamento precário da produção.
Christian Slater deve ter ganhado o cachê mais fácil da carreira, já que 90% da participação do personagem ele aparece invisível, então o ator só precisou aparecer de fato na tela durante uns 5 minutos...
Ou seja, o filme tentou pegar carona no sucesso do filme de 2000, mas sem um orçamente decente falhou em todos os aspectos possíveis e virou essa chacota.
Curiosidade: Durante a batalha final Turner mata Griffin com uma pá. No livro de H.G. Wells, Griffin é espancado até a morte também com uma pá.
Esse 2° filme é puro caça-níquel. Christian Slater, coitado, é um reles coadjuvante.
muito inferior ao primeiro, personagens sem desenvolvimento e atuações baixas, nao curtir como o primeiro
Elenco bem sem carisma! Continuação bem desnecessária.