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Outros títulos
A Maldição das Aranhas - Brasil
O Reino das Tarântulas - Portugal
Sinopse
Veterinário relaciona a morte de vários animais a grande número de aranhas existentes na região. Um especialista é chamado, mas as aranhas já se proliferaram e ameaçam toda a população.
Vi na época no sbt na infância e é um dos melhores dos filmes sobre animais assassinos, as aranhas reais ea forma do enquadramento das cenas para dar mais imersão nos ataques e a quantidade de aranhas garante uma boa diversão, as mortes são legais, claro que têm alguns absurdos mas não incomodam tanto, e o final é muito bom, pessimista.
Adentrei a sessão pensando em ser um perda de tempo total, mas eis que não foi!! Confesso que este subgênero, popularesco nos anos setenta existiu inúmeras fitas ruins de "bichos e insetos" assassinos. Mas, embora, essa produção orçada com pouco dinheiro impressionou muita gente na época. Utilizando inúmeras aranhas "Tarântulas" de verdade para dar mais veracidade a obra. O resultado foi um número bem satisfatório nas bilheterias e o impacto do público nas sessões de cinema. William Shatner está no elenco e é quem mais tem apelo popular. A trilha sonora de abertura e desfecho é uma boa canção country no qual combina com a atmosfera da localidade onde se passa a estória, numa pequena cidadezinha do Arizona. O final não podia ser mais inesperado, chocante e pessimista. Este filme foi reprisado muitas vezes na TV aberta, inclusive no SBT numa época em que assistíamos a filmes desta natureza e nos morríamos de medo. Época em que truncagens e criatividade faziam o cinema de baixo orçamento ser um programa legal. Hoje motivo de piada com inúmeros efeitos especiais computadorizados e sem nenhuma emoção. Para mim cinema é isso, arte, criatividade, inventividade ...cinema na raça.
Rodado em um menos de mês nos desertos do Arizona, com baixo orçamento, essa cultuada fita de terror tornou-se frisson na época e deu pânico nas plateias. Isso porque as aranhas que invadem a tela são tarântulas reais e não bonecos ou computação gráfica. A produção utilizou mais de cinco mil aranhas espalhadas pelo set para contracenar com os atores, nessa história rápida, de terror e aventura, que virou uma pequena pérola do cinema B. William Shatner, o capitão Kirk dos filmes e da série de ficção espacial ‘Star Trek’, comanda o elenco na pele de um veterinário que investiga o caso dos ataques dos aracnídeos numa cidadezinha ensolarada no meio do deserto americano. Gente de monte morre, assim como cavalos, vacas, cachorros... Ao lado dele estarão policiais e a própria comunidade para eliminar as criaturas malignas. Roteiro eficiente e direção coesa do ator e stunt John Cardos, de filmes B como ‘Mutante’ (1984). O filme funciona como passatempo – e quem tem medo de aranhas, evite. Saiu no mês passado na ‘Coleção Aranhas’, juntamente com ‘Aracnofobia’ (1990), um clássico da TV que foi inspirado em ‘A maldição das aranhas’ – a coleção sai em um disco, em boa cópia, e acompanha cards com as capas originais. Também foi exibida na TV aberta como ‘O império das aranhas’, tradução literal do título em inglês. POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
O filme não é lá aquelas coisas, mas tem que tirar o chapéu para a produção. O filme tem aranha que não acaba mais, e todas reais. A produção pagou 10 dólares por aranha e coletaram 5,000, só nessa brincadeira foram 50,000 doletas
12.04.1991
Vi na época no sbt na infância e é um dos melhores dos filmes sobre animais assassinos, as aranhas reais ea forma do enquadramento das cenas para dar mais imersão nos ataques e a quantidade de aranhas garante uma boa diversão, as mortes são legais, claro que têm alguns absurdos mas não incomodam tanto, e o final é muito bom, pessimista.
Adentrei a sessão pensando em ser um perda de tempo total, mas eis que não foi!! Confesso que este subgênero, popularesco nos anos setenta existiu inúmeras fitas ruins de "bichos e insetos" assassinos. Mas, embora, essa produção orçada com pouco dinheiro impressionou muita gente na época. Utilizando inúmeras aranhas "Tarântulas" de verdade para dar mais veracidade a obra. O resultado foi um número bem satisfatório nas bilheterias e o impacto do público nas sessões de cinema. William Shatner está no elenco e é quem mais tem apelo popular. A trilha sonora de abertura e desfecho é uma boa canção country no qual combina com a atmosfera da localidade onde se passa a estória, numa pequena cidadezinha do Arizona. O final não podia ser mais inesperado, chocante e pessimista. Este filme foi reprisado muitas vezes na TV aberta, inclusive no SBT numa época em que assistíamos a filmes desta natureza e nos morríamos de medo. Época em que truncagens e criatividade faziam o cinema de baixo orçamento ser um programa legal. Hoje motivo de piada com inúmeros efeitos especiais computadorizados e sem nenhuma emoção. Para mim cinema é isso, arte, criatividade, inventividade ...cinema na raça.
Rodado em um menos de mês nos desertos do Arizona, com baixo orçamento, essa cultuada fita de terror tornou-se frisson na época e deu pânico nas plateias. Isso porque as aranhas que invadem a tela são tarântulas reais e não bonecos ou computação gráfica. A produção utilizou mais de cinco mil aranhas espalhadas pelo set para contracenar com os atores, nessa história rápida, de terror e aventura, que virou uma pequena pérola do cinema B. William Shatner, o capitão Kirk dos filmes e da série de ficção espacial ‘Star Trek’, comanda o elenco na pele de um veterinário que investiga o caso dos ataques dos aracnídeos numa cidadezinha ensolarada no meio do deserto americano. Gente de monte morre, assim como cavalos, vacas, cachorros... Ao lado dele estarão policiais e a própria comunidade para eliminar as criaturas malignas.
Roteiro eficiente e direção coesa do ator e stunt John Cardos, de filmes B como ‘Mutante’ (1984). O filme funciona como passatempo – e quem tem medo de aranhas, evite.
Saiu no mês passado na ‘Coleção Aranhas’, juntamente com ‘Aracnofobia’ (1990), um clássico da TV que foi inspirado em ‘A maldição das aranhas’ – a coleção sai em um disco, em boa cópia, e acompanha cards com as capas originais. Também foi exibida na TV aberta como ‘O império das aranhas’, tradução literal do título em inglês.
POR FELIPE BRIDA - BLOG CINEMA NA WEB
O filme não é lá aquelas coisas, mas tem que tirar o chapéu para a produção.
O filme tem aranha que não acaba mais, e todas reais.
A produção pagou 10 dólares por aranha e coletaram 5,000, só nessa brincadeira foram 50,000 doletas