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Data de lançamento
4 Ago. 1965Duração
Um veterinário e sua filha adolescente que vivem na África encontraram um leão que tinha estrabismo interno (o que impossibilitava de pegar suas "presas", ou seja, ele não tinha foco, sempre tinha duas imagens a sua frente)! O leão é levado para um centro de estudos e logo, a filha do doutor se encanta com o leão e o chama de Clarence! O médico conta com a ajuda de sua amiga Judy para tratar de Clarence.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
O filme que inspirou a série de TV "Daktari" ainda consegue ser uma comédia bem engraçada e divertida, com mensagem ecológica de tempero.
Também não lembrava de ter assistido na infância, e achei um passatempo agradável, mas nada demais. O clima do filme é bem parecido com aqueles antigos da Disney. Vale ser conhecido!
Nostalgia que marcou minha pré-adolescência...
Esse filme é inesquecível! Perdi a conta de quantas vezes assistia quando eu era garoto. Esse clássico era figurinha carimbada nos primeiros anos da antológica Sessão da Tarde. "O Leão Vesgo" é divertido, um filme simples, modesto, que encanta e cativa. É leve e cheio de graça. O leão que sofre de estrabismo rouba a cena, o elenco é esforçado (a atriz Cheryl Miller era uma gata!) e os demais animais são engraçadíssimos. O legal que encontrei essa joia rara no Youtube com imagem de qualidade.
Achei a produção muito boa como tal aquelas produções Disney da década de 60. O elenco é simpático e os animais utilizados são formidáveis em seu roteiro inusitado de um leão vesgo que enxerga duplicavelmente.
Que filme bacana! Ok, utópico ao extremo em seu elã veterinário, mas muito bem realizado, dentro das convenções dos filmes infanto-juvenis da primeira metade da década de 1960. Os atores são muito bons, de modo que até mesmo as interações mais estereotipadas - como as do professor que detesta animais, por exemplo - funcionam muito bem, são muito engraçadas. Ri e enterneci-me bastante ao longo da projeção, sendo oportunas as menções explícitas ao platonismo. Apesar do título, Clarence, o tal leão estrábico, é mais que um coadjuvante: aparece no começo, fica acorrentado e tem um desempenho significativo no desfecho, quando um elemento narrativo tem a sua urgência estabelecida em meio à descrição do cotidiano daqueles cientistas abnegados. Neste sentido, é doloroso perceber que a simpática macaquinha, o leão titular e tantos outros animais estão acorrentados, mesmo nos ambientes que lhes são considerados domésticos. Mas nada que atrapalhe o fascínio indolente da produção, que é muito simpática e que possui um ritmo deveras agradável. Com todas as minhas restrições militantes, admito que diverti-me, curti bastante, recomendo e quero ver novamente! (WPC>)